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Category Archives: Notícias

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou auxílio-reclusão a uma mulher de Peabiru (PR) por falta de comprovação da união estável na data da prisão do companheiro. Conforme a 10ª Turma, a declaração feita em cartório em momento posterior ao encarceramento não faculta o direito ao benefício. A decisão foi proferida em 6/6.

A condição de dependente na data da prisão é requisito para a concessão. Conforme o relator, desembargador Luiz Fernando Wowk Penteado, a carteirinha de visitante da autora só comprova vínculo quando o segurado já estava recluso e as testemunhas trazidas não se mostram convincentes.


(Foto: Freepik)

Em cerimônia realizada na Câmara Municipal de Maringá, a Justiça Federal do Paraná comemorou seus 30 anos de presença na cidade. O evento contou com a participação de autoridades dos poderes executivo, legislativo e judiciário, nas esferas federal, estadual e municipal. Cerca de 150 pessoas estavam presentes. 

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira presidiu a cerimônia. “Muita honra e orgulho receber a oportunidade de comemorar os 30 anos da Justiça Federal de Maringá na casa dos cidadãos e cidadãs maringaenses. Isso é muito expressivo, pois representa o acolhimento da comunidade”. 

Ricardo Teixeira do Valle Pereira relembrou momentos históricos da Justiça Federal, reiterando a criação das Vara Federais no interior do Paraná, salientando a importância da JF na cidade e a representatividade da Subseção Judiciária. O presidente do TRF4 falou sobre o espírito colaborativo dos moradores da cidade e reforçou que somente “com a colaboração de todos é que se consegue mais, pois a parceria entre os poderes, entidades e instituições consegue-se o aperfeiçoamento”. Como exemplo, o presidente apontou o uso do SEI pelo poder legislativo da cidade. 

O diretor do Foro da Seção Judiciária do Paraná, juiz federal José Antonio Savaris, destacou o espírito fraterno e a atmosfera de cooperação entre as instituições da cidade, a comunidade e a Justiça Federal. Em seu discurso, o diretor parabenizou os colegas magistrados e magistradas, servidores e servidoras da JF na cidade pela trajetória de sucesso ao longo dos 30 anos e as grandes conquistas que marcam a cada tempo na Subseção. 

Com a palavra, o prefeito Ulisses Maia destacou a importância da instalação da Subseção na cidade, enfatizando a união entre as ramificações do poder judiciário. “A implantação da Subseção em Maringá representou e continua representando o compromisso e esforço da JF em dotar nossa Maringá e região de um instrumento apropriado para atender aos jurisdicionados”. 

Pioneirismo
O primeiro juiz designado para a 1ª Vara Federal de Maringá foi Fernando Quadros da Silva, em 1993, atualmente desembargador e futuro presidente do TRF4. “Passados 30 anos, estamos na casa do povo com os representantes do legislativo e executivo da cidade que tanto nos ajudaram na instalação da Vara Federal em Maringá. Minha passagem pela cidade foi uma grande escola, aprendi muito como ser humano e profissional com todo o apoio que recebi aqui. Além do passado brilhante, também vislumbro um futuro brilhante para a Justiça Federal, sempre preocupado em entregar um serviço de excelência a todos que procuram o Poder Judiciário”.  

Segundo o juiz federal Anderson Furlan Freire da Silva, diretor do Foro da Subseção Judiciária de Maringá, a prestação de serviço de qualidade à população sempre foi e sempre será o foco da Subseção. “Para o futuro, a sociedade maringaense pode esperar da Justiça Federal mais do mesmo: o mesmo trabalho sério, o mesmo trabalho digno, o mesmo respeito aos cidadãos. Nós estaremos lá todos os dias para bem servir à comunidade. Essa é a nossa missão”.

Homenagens
O trabalho desenvolvido por magistrados e magistradas, servidores e servidoras foi o grande destaque da solenidade. Anderson Furlan Freire da Silva entregou placas festivas ao primeiro juiz federal, desembargador Fernando Quadros da Silva. O presidente do TRF4 também foi homenageado, assim como o juiz federal José Antonio Savaris, o desembargador aposentado Tadaaqui Hirose e o decano da Subseção Judiciária de Maringá, juiz federal José Jácomo Gimenes. Justa homenagem foi prestada também ao desembargador José Carlos Cal Garcia (in memorian), então presidente do TRF4 na época de instalação da JF de Maringá. José Carlos Cal Garcia Filho representou o pai. 

Os servidores pioneiros Adriano José Pinheiro, Everton Renato Gouveia Moreira, Glaci Regina Pupin Ferreira Klockner, Maurício Ramos e Newton Cesar Feltrim Aquotti também receberam homenagens pelos serviços prestados. Quebrando o protocolo, o desembargador Luiz Carlos Canalli foi convidado a entregar homenagem ao então diretor do Foro de Maringá, Anderson Furlan. 

Ao final da cerimônia, houve descerramento de placas em homenagem aos servidores pioneiros, aos juízes pioneiros da Subseção Judiciária de Maringá e a placa Comemorativa dos 30 anos de presença da JF em Maringá.

Confira mais fotos do evento na página oficial do FLICKR da JUSTIÇA FEDERAL DO PARANÁ.
 

 

Evento aconteceu na Câmara Municipal de Maringá
Evento aconteceu na Câmara Municipal de Maringá ()

O evento contou com a participação de autoridades dos poderes executivo, legislativo e judiciário
O evento contou com a participação de autoridades dos poderes executivo, legislativo e judiciário ()

Ao final da cerimônia, houve descerramento de placas em homenagem aos servidores pioneiros, aos juízes pioneiros da Subseção Judiciária de Maringá e a placa Comemorativa dos 30 anos
Ao final da cerimônia, houve descerramento de placas em homenagem aos servidores pioneiros, aos juízes pioneiros da Subseção Judiciária de Maringá e a placa Comemorativa dos 30 anos ()

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou, em 31/5, pedido da Caixa Econômica Federal (CEF) para expedir ofício às companhias aéreas com o objetivo de penhorar milhas de um cliente inadimplente. Conforme a 12ª Turma, não há legislação regulatória para a conversão de pontos e milhas aéreas em pecúnia.

O correntista deve R$ 59 mil de empréstimo consignado. O banco requereu judicialmente o uso do recurso, alegando que não foram achados outros bens e as milhas têm valor econômico, sendo comercializadas em diversos sítios eletrônicos. Sustenta ainda que todos os bens do devedor devem responder por dívidas.

A CEF recorreu ao tribunal após ter o pedido liminar negado pela 4ª Vara Federal de Curitiba.

O relator do caso, desembargador João Pedro Gebran Neto, manteve a sentença de primeira instância. Em seu voto, destacou que “a falta de legislação específica regulatória da venda de milhas e as cláusulas de inalienabilidade previstas nos regulamentos dos programas de milhagem das companhias aéreas excluem a possibilidade de conversão de milhas em dinheiro”.

“Afastada a efetividade da penhora de pontos/milhas, mostra-se inviável a expedição de ofício para as companhias aéreas informarem sobre a existência de cadastro em seus programas de fidelidade em nome da parte executada”, concluiu Gebran.
 


(Foto: Freepik)

“Um barco no porto está sempre seguro, mas não é para isso que os barcos foram feitos”. A afirmação do navegador e cineasta David Schurmann, membro família de exploradores marítimos conhecida mundialmente, resume o espírito de quem dedicou a maior parte da vida a, literalmente, enfrentar tempestades e superar desafios. “Precisamos do comprometimento, contribuição e entusiasmo da equipe, mesmo sabendo que erraremos em algum momento e que alguns tripulantes não se adaptarão”, afirmou, durante palestra transmitida hoje (7/6), por videoconferência da Espanha, para a Justiça Federal da 4ª Região.

Com o tema “Voz dos Oceanos – como o engajamento de pessoas pode ser a saída para mares limpos, no lugar de quem tem anos de navegação em fascinantes jornadas marítima”, a atividade integrou a programação da Semana do Meio Ambiente, promovida desde segunda-feira (5) pela Seção Judiciária de Santa Catarina. O evento de hoje foi coordenador pelo presidente do Tribunal, desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira, e pela diretora do Foro, juíza federal Erika Giovanini Reupke.

Além de relatar experiências desde a primeira volta ao mundo em veleiro, entre 1984 e 1994, Schurmann falou do projeto Voz dos Oceanos, um movimento mundial de combate à poluição plástica. Ele acredita que a humanidade evoluirá para o uso racional: “o navegador é ao mesmo tempo o maior sonhador e o maior realista”.

O presidente Valle Pereira destacou as mensagens de resiliência e perseverança aplicáveis a todas as equipes, comparando a JF4R a uma tripulação com mais de 5 mil componentes. A juíza Erika Reupke ressaltou os aspectos do projeto que tornam os oceanos verdadeiramente ouvidos e respeitados. Cerca de 150 pessoas participaram do evento, que teve cerca de uma hora.

David Schurmann falou por videoconferência da Espanha.
David Schurmann falou por videoconferência da Espanha. ()

Desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira.
Desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira. ()

Juíza federal Erika Giovanini Reupke.
Juíza federal Erika Giovanini Reupke. ()


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Em cerimônia realizada na Câmara Municipal de Maringá, a Justiça Federal do Paraná comemorou seus 30 anos de presença na cidade. O evento contou com a participação de autoridades dos poderes executivo, legislativo e judiciário, nas esferas federal, estadual e municipal. Cerca de 150 pessoas estavam presentes. 

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira presidiu a cerimônia. “Muita honra e orgulho receber a oportunidade de comemorar os 30 anos da Justiça Federal de Maringá na casa dos cidadãos e cidadãs maringaenses. Isso é muito expressivo, pois representa o acolhimento da comunidade”. 

Ricardo Teixeira do Valle Pereira relembrou momentos históricos da Justiça Federal, reiterando a criação das Vara Federais no interior do Paraná, salientando a importância da JF na cidade e a representatividade da Subseção Judiciária. O presidente do TRF4 falou sobre o espírito colaborativo dos moradores da cidade e reforçou que somente “com a colaboração de todos é que se consegue mais, pois a parceria entre os poderes, entidades e instituições consegue-se o aperfeiçoamento”. Como exemplo, o presidente apontou o uso do SEI pelo poder legislativo da cidade. 

O diretor do Foro da Seção Judiciária do Paraná, juiz federal José Antonio Savaris, destacou o espírito fraterno e a atmosfera de cooperação entre as instituições da cidade, a comunidade e a Justiça Federal. Em seu discurso, o diretor parabenizou os colegas magistrados e magistradas, servidores e servidoras da JF na cidade pela trajetória de sucesso ao longo dos 30 anos e as grandes conquistas que marcam a cada tempo na Subseção. 

Com a palavra, o prefeito Ulisses Maia destacou a importância da instalação da Subseção na cidade, enfatizando a união entre as ramificações do poder judiciário. “A implantação da Subseção em Maringá representou e continua representando o compromisso e esforço da JF em dotar nossa Maringá e região de um instrumento apropriado para atender aos jurisdicionados”. 

Pioneirismo
O primeiro juiz designado para a 1ª Vara Federal de Maringá foi Fernando Quadros da Silva, em 1993, atualmente desembargador e futuro presidente do TRF4. “Passados 30 anos, estamos na casa do povo com os representantes do legislativo e executivo da cidade que tanto nos ajudaram na instalação da Vara Federal em Maringá. Minha passagem pela cidade foi uma grande escola, aprendi muito como ser humano e profissional com todo o apoio que recebi aqui. Além do passado brilhante, também vislumbro um futuro brilhante para a Justiça Federal, sempre preocupado em entregar um serviço de excelência a todos que procuram o Poder Judiciário”.  

Segundo o juiz federal Anderson Furlan Freire da Silva, diretor do Foro da Subseção Judiciária de Maringá, a prestação de serviço de qualidade à população sempre foi e sempre será o foco da Subseção. “Para o futuro, a sociedade maringaense pode esperar da Justiça Federal mais do mesmo: o mesmo trabalho sério, o mesmo trabalho digno, o mesmo respeito aos cidadãos. Nós estaremos lá todos os dias para bem servir à comunidade. Essa é a nossa missão”.

Homenagens
O trabalho desenvolvido por magistrados e magistradas, servidores e servidoras foi o grande destaque da solenidade. Anderson Furlan Freire da Silva entregou placas festivas ao primeiro juiz federal, desembargador Fernando Quadros da Silva. O presidente do TRF4 também foi homenageado, assim como o juiz federal José Antonio Savaris, o desembargador aposentado Tadaaqui Hirose e o decano da Subseção Judiciária de Maringá, juiz federal José Jácomo Gimenes. Justa homenagem foi prestada também ao desembargador José Carlos Cal Garcia (in memorian), então presidente do TRF4 na época de instalação da JF de Maringá. José Carlos Cal Garcia Filho representou o pai. 

Os servidores pioneiros Adriano José Pinheiro, Everton Renato Gouveia Moreira, Glaci Regina Pupin Ferreira Klockner, Maurício Ramos e Newton Cesar Feltrim Aquotti também receberam homenagens pelos serviços prestados. Quebrando o protocolo, o desembargador Luiz Carlos Canalli foi convidado a entregar homenagem ao então diretor do Foro de Maringá, Anderson Furlan. 

Ao final da cerimônia, houve descerramento de placas em homenagem aos servidores pioneiros, aos juízes pioneiros da Subseção Judiciária de Maringá e a placa Comemorativa dos 30 anos de presença da JF em Maringá.

Confira mais fotos do evento na página oficial do FLICKR da JUSTIÇA FEDERAL DO PARANÁ.
 

 

Evento aconteceu na Câmara Municipal de Maringá
Evento aconteceu na Câmara Municipal de Maringá ()

O evento contou com a participação de autoridades dos poderes executivo, legislativo e judiciário
O evento contou com a participação de autoridades dos poderes executivo, legislativo e judiciário ()

Ao final da cerimônia, houve descerramento de placas em homenagem aos servidores pioneiros, aos juízes pioneiros da Subseção Judiciária de Maringá e a placa Comemorativa dos 30 anos
Ao final da cerimônia, houve descerramento de placas em homenagem aos servidores pioneiros, aos juízes pioneiros da Subseção Judiciária de Maringá e a placa Comemorativa dos 30 anos ()

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou, em 31/5, pedido da Caixa Econômica Federal (CEF) para expedir ofício às companhias aéreas com o objetivo de penhorar milhas de um cliente inadimplente. Conforme a 12ª Turma, não há legislação regulatória para a conversão de pontos e milhas aéreas em pecúnia.

O correntista deve R$ 59 mil de empréstimo consignado. O banco requereu judicialmente o uso do recurso, alegando que não foram achados outros bens e as milhas têm valor econômico, sendo comercializadas em diversos sítios eletrônicos. Sustenta ainda que todos os bens do devedor devem responder por dívidas.

A CEF recorreu ao tribunal após ter o pedido liminar negado pela 4ª Vara Federal de Curitiba.

O relator do caso, desembargador João Pedro Gebran Neto, manteve a sentença de primeira instância. Em seu voto, destacou que “a falta de legislação específica regulatória da venda de milhas e as cláusulas de inalienabilidade previstas nos regulamentos dos programas de milhagem das companhias aéreas excluem a possibilidade de conversão de milhas em dinheiro”.

“Afastada a efetividade da penhora de pontos/milhas, mostra-se inviável a expedição de ofício para as companhias aéreas informarem sobre a existência de cadastro em seus programas de fidelidade em nome da parte executada”, concluiu Gebran.
 


(Foto: Freepik)

“Um barco no porto está sempre seguro, mas não é para isso que os barcos foram feitos”. A afirmação do navegador e cineasta David Schurmann, membro família de exploradores marítimos conhecida mundialmente, resume o espírito de quem dedicou a maior parte da vida a, literalmente, enfrentar tempestades e superar desafios. “Precisamos do comprometimento, contribuição e entusiasmo da equipe, mesmo sabendo que erraremos em algum momento e que alguns tripulantes não se adaptarão”, afirmou, durante palestra transmitida hoje (7/6), por videoconferência da Espanha, para a Justiça Federal da 4ª Região.

Com o tema “Voz dos Oceanos – como o engajamento de pessoas pode ser a saída para mares limpos, no lugar de quem tem anos de navegação em fascinantes jornadas marítima”, a atividade integrou a programação da Semana do Meio Ambiente, promovida desde segunda-feira (5) pela Seção Judiciária de Santa Catarina. O evento de hoje foi coordenador pelo presidente do Tribunal, desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira, e pela diretora do Foro, juíza federal Erika Giovanini Reupke.

Além de relatar experiências desde a primeira volta ao mundo em veleiro, entre 1984 e 1994, Schurmann falou do projeto Voz dos Oceanos, um movimento mundial de combate à poluição plástica. Ele acredita que a humanidade evoluirá para o uso racional: “o navegador é ao mesmo tempo o maior sonhador e o maior realista”.

O presidente Valle Pereira destacou as mensagens de resiliência e perseverança aplicáveis a todas as equipes, comparando a JF4R a uma tripulação com mais de 5 mil componentes. A juíza Erika Reupke ressaltou os aspectos do projeto que tornam os oceanos verdadeiramente ouvidos e respeitados. Cerca de 150 pessoas participaram do evento, que teve cerca de uma hora.

David Schurmann falou por videoconferência da Espanha.
David Schurmann falou por videoconferência da Espanha. ()

Desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira.
Desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira. ()

Juíza federal Erika Giovanini Reupke.
Juíza federal Erika Giovanini Reupke. ()


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A Justiça Federal negou a um médico de Blumenau a possibilidade de se apresentar como médico do trabalho, inclusive para poder exercer cargos de coordenação e supervisão técnica da especialidade, por haver concluído uma pós-graduação nessa área profissional. O Juízo da 2ª Vara Federal do município acolheu os argumentos do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (Cremesc), de que o título é privativo de médico que tenha prestado exame perante a Associação Médica Brasileira ou sociedade de especialidade ou, ainda, detenha certificado de residência médica expedido por instituição reconhecida.

“Em que pese aos argumentos descritos na petição inicial, o autor iniciou sua pós-graduação em 15/04/2016, quando já vigente a Portaria MTE nº 590, de 28 de abril de 2014. Ou seja, quando da publicação da portaria o autor não era médico do trabalho integrante do SESMT [Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho], nem sequer tinha começado sua pós-graduação”, considerou o juízo, em sentença proferida ontem (5/6).

Segundo a decisão, “ao matricular-se no curso de pós-graduação em medicina do trabalho [o autor da ação] já estava ciente de que sua conclusão, por si só, não lhe conferiria o direito ao registro de qualificação de especialista em medicina do trabalho, porque para obtê-lo deveria também atender aos requisitos exigidos na regulamentação da profissão e nos instrumentos normativos emitidos pelo Conselho Federal de Medicina”.

A sentença registra ainda que, em 24/12/2018, perdeu a validade a norma que autorizava, a se qualificar como especialista, o detentor de diploma de pós-graduação em medicina do trabalho. “Consigne-se, ainda, que não se visualiza a aventada limitação ao exercício da profissão de médico em sua plenitude porque não se pode confundir o registro como médico no CRM com o registro da especialidade. Todos os atos médicos podem ser praticados pelo autor, o que este não pode é denominar-se especialista”. Cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre.


(pressfoto/freepik)

O prédio que abriga a sede da Justiça Federal de Curitiba – Sede Bagé, no centro da cidade, vai passar por reforma e implementação de sistemas e medidas de segurança contra incêndio. As obras terão início no dia 19 de junho (19/06), com previsão de término em 120 (cento e vinte) dias. A finalidade é adaptar o imóvel ao Projeto Técnico de Prevenção a Incêndios e a Desastres do Corpo de Bombeiros do Paraná. 

Para esclarecer o cronograma das obras e alertar sobre possíveis transtornos e barulhos, a Direção do Foro da Seção Judiciária do Paraná (SJPR) realizou uma reunião com juízes federais da Sede Bagé. Segundo o diretor do Foro, juiz federal José Antonio Savaris, por se tratar de uma reforma em um prédio construído há mais de 50 anos, há a possibilidade de se deparar com situações imprevistas, que podem motivar o acréscimo ou a supressão de serviços e levar a atrasos em sua conclusão. 

“Na tentativa de afetar o mínimo possível a rotina dos servidores, magistrados e demais usuários da edificação, inicialmente vai haver restrição de horário de execução desses serviços ao período compreendido entre 7h e 13h45. No restante do dia serão executados trabalhos que causarão menor incômodo”, explicou.

Nesta primeira fase serão realizadas obras na infraestrutura do sistema de alarme e detecção de incêndio, intervenções no forro de gesso, execução de paredes de gesso, bem como a substituição dos tubos e conexões do sistema de hidrantes. “Entendemos que as atividades críticas, que tendem a gerar maiores transtornos, principalmente em função do ruído e da sujeira, acontecem nos primeiros 60 (sessenta) dias”. 

Público externo
O impacto para o público externo será mínimo, sem a necessidade de suspensão de prazos e atendimentos presenciais. O atendimento presencial às pessoas sem acesso aos meios digitais, por exemplo, as perícias agendadas em ações previdenciárias não vão sofrer alteração no momento, bem como o atendimento presencial de advogados(as). 

+Segurança e Modernização
Haverá ainda uma segunda frente da obra referente aos pilares de sustentação na garagem. “Para a execução deste projeto, estima-se um período de 30 dias de reforma, que queremos conciliar com a implementação do sistema de segurança”. A obra prevê análise técnica para ver as condições de segurança, restauração e pintura das pilastras.  

“Caso exista a necessidade, após avaliação técnica, de fechamento da sede por questão de segurança, todos serão informados no tempo e prazo adequado”, complementou José Antonio Savaris. 

Na terceira e última fase de obras, o espaço que vai receber atenção especial é o auditório que fica no 14º andar. O objetivo é deixar o espaço mais acessível e confortável. A modernização do auditório prevê projeto de iluminação, acessibilidade, pintura e cabine técnica para melhorar o sistema de som.

Reunião aconteceu no dia 05/06 para esclarecer cronograma de obras
Reunião aconteceu no dia 05/06 para esclarecer cronograma de obras ()

As obras terão início no dia 19 de junho
As obras terão início no dia 19 de junho ()

As obras preveem mais segurança e modernização
As obras preveem mais segurança e modernização ()


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Na última semana (1 e 2/6), na Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), em Florianópolis, aconteceu o Prêmio Inspiralize JF4R, promovido pelos laboratórios de inovação da Justiça Federal da 4ª Região. Cerca de 40 projetos de autoria de magistrados, servidores e estagiários foram inscritos. Destes, dez foram selecionados para exibição no evento e três saíram vencedores. As 10 equipes finalistas ganharam uma Alexa. As premiadas poderão desenvolver e implantar os projetos. 

O premio teve curadoria da empresa WeGov, que trabalha com estímulo à inovação no setor público. Os projetos foram apresentados pelos quatro laboratórios de inovação da 4ª Região: Inspiralab/TRF4, Inovatchê/JFRS, Labjus/JFSC e LINC/JFPR. A proposta do prêmio foi que os laboratórios apresentassem estratégias institucionais para superar desafios utilizando ferramentas de inovação que promovessem qualidade e alcance social dentro do setor público. 
As propostas selecionadas concorreram nas categorias de serviços, gestão, tecnologia e processo de trabalho, e foram apresentadas à Comissão Julgadora composta pelos gestores da JF4R e por especialistas em inovação.

Compuseram a comissão: o presidente do TRF4, desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira; o juiz auxiliar da Corregedoria Regional da JF4, Marcos Josegrei da Silva; a corregedora eleita para o biênio 2023-2025, desembargadora Vânia Hack de Almeida; o diretores do Foro das Seções Judiciárias do RS e de SC, juízes federais Fábio Vitório Matiello e Erika Giovanini Reupke; a conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), desembargadora Salise Monteiro Sanchotene; o juiz auxiliar da presidência e coordenador do eproc, Eduardo Tonetto Picarelli, e o diretor do WeGov, André Tamura.

Projetos vencedores

Projeto Acessa: a solução que já teve desenvolvidas e implementadas alterações no eproc, e tem por objetivo eliminar barreiras comunicacionais e digitais enfrentadas por pessoas com deficiência, tornando seu uso mais acessível ao público que trabalha e/ou interage com a Justiça Federal.

Petição Inicial Ágil: é um sistema que preenche os dados no formulário da petição inicial em campos específicos. Os dados geram tags que serão usadas nas minutas e as provas serão separadas em evento próprio, fazendo prevenção e citação, além de impedir protocolos de petição incompletos – sem dados ou documentos.

All-in-one: é uma estratégia desenvolvida em Design Thinking e Visual Law, interdisciplinar e intergeracional, propõe-se a tornar a comunicação na execução penal mais acessível e eficaz com o uso de linguagem simples, otimizando o mandado de intimação e eliminando a necessidade de audiência admonitória.
Além da premiação, ocorreram palestras, oficinas de pitches e troca de experiências entre os participantes, que levantaram ideias para a melhora do Sistema de Justiça Brasileiro.

Conheça os servidores que trabalham nos projetos vencedores:
 

Acessa 
Aline Regina Carlos – DTI/JFRS
André Zamprogna Marcon – NASA/JFRS
Bruno Polgati Diehl – 1ª VF Gravataí/JFRS
Carolina Mousquer Lima – NASA/JFRS
Caroline Domanski Dall Acua – 1ª VF Caxias do Sul/JFRS
Daniel Espindola da Costa – DTI / TRF4
Magali Zilca de Oliveira Dantas – DADH/JFRS
Spencer Carnicelli Daltro de Miranda – 2ª VF Santo Ângelo/JFRS
Tamires Martins – 7ª VF/JFRS

Petição Inicial Ágil – PIÁ 
Isabel Rodrigues – 8ª VF de Curitiba
Milena Pereira – 8ª VF de Curitiba
Samantha Dias – Divisão de Apoio Judiciário da SJPR
Fernando Barros – TRF6

All-in-One  
Fabrício Bittencourt da Cruz
Karina Mara Bueno Gurski Florenzano
João Leandro Cezerevaty
Helena Swiech Pinheiro

Equipes apresentaram projetos
Equipes apresentaram projetos (Foto: Inspiralab/TRF4)

Equipes interagiram no evento
Equipes interagiram no evento ()

Grupo comemora prêmio
Grupo comemora prêmio (Foto: Inspiralab/TRF4)


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Banca examinadora do prêmio Inspiralize JF4R
Banca examinadora do prêmio Inspiralize JF4R (Inspiralab/TRF4)