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O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador Fernando Quadros da Silva, recebeu hoje (11/12) o presidente do TRF6, desembargador Vallisney de Souza Oliveira, e comitiva para assinarem três Termos de Cessão de Uso de sistemas. As duas cortes passarão a compartilhar o novo Módulo de Jurisprudência do eproc e o Tela TRF, criados pela 4ª Região, e o Sistema de Atermação Online, de autoria do TRF6.

“O TRF4 tem sido um tribunal de vanguarda e somos muito gratos pela ajuda à 6ª Região”, afirmou Oliveira, lembrando que a corte federal mineira tem apenas dois anos e quatro meses de existência e contou muito com a 4ª Região em sua estruturação, com a utilização do eproc e do SEI.

“Precisávamos muito de um sistema de jurisprudência para começar a expor a produção judicial da 6ª Região e esse novo módulo está bem acima da minha expectativa”, avaliou o presidente do TRF6 após a apresentação do novo Módulo do eproc, adotado pelo TRF4 desde o início desta semana.

O presidente Fernando Quadros da Silva disse ser uma alegria ver que a Justiça Federal tem encontrado suas próprias soluções na área de Tecnologia da Informação, desenvolvendo sistemas com transparência, seriedade e sobriedade. “É uma segurança caminharmos juntos, em parceria, unidos em momentos fáceis e difíceis”, destacou o presidente do TRF4.

A corregedora regional da Justiça Federal da 4ª Região, desembargadora Vânia Hack de Almeida, também participou do encontro. Ela saudou a parceria, enfatizando a importância de a Justiça Federal trabalhar de forma colaborativa.

Sistema de Jurisprudência está integrado ao eproc

Durante a reunião, a diretora Judiciária do TRF4, Cristinne Rojas Barros, e o diretor de Sistemas de Gestão de Documentos Processuais e Sessões de Julgamento, Luís Fernando Sayão Lobato Ely, apresentaram no telão as funcionalidades do novo Módulo de Jurisprudência, que passou a operar na última segunda-feira (9/12) em toda a 4ª Região.

Diferentemente do sistema antigo, esse vem integrado ao eproc e poderá ser adotado por todos os tribunais que usam o sistema judicial. Conforme Rojas Barros, já houve feedbacks positivos por parte dos usuários. Com design mais moderno, o novo sistema é intuitivo e permite acessos mais abrangentes a partir de uma linha de pesquisa.

Já o Tela TRF é o sistema de gravação e anexação aos processos de trechos das sessões de julgamento. Pelo sistema de áudio e vídeo também são gravadas e transmitidas ao vivo as sessões.

Fizeram parte da comitiva do TRF6 os juízes federais Antônio Francisco do Nascimento, secretário-geral; Cláudia Aparecida Salge, juíza auxiliar da Presidência; Pedro Henrique Carvalho, juiz auxiliar da Presidência; e os servidores Antônio Enoque Neto, chefe da assessoria da Presidência; e Jânio Mady Santos, diretor-geral.

Também participaram do encontro os juízes auxiliares da Presidência do TRF4, Marcos Josegrei da Silva e Danilo Pereira Júnior; o diretor-geral, Arnaldo Fernando Girotto; o diretor de Tecnologia da Informação, Cristian Ramos Prange; o diretor de Sistemas Judiciários, Marlon Barbosa Silvestre; o assessor de Apoio Judiciário Elton Luís Peixoto; e a gestora do SEI, Patrícia Valentina Santanna Garcia.

ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)

Presidentes Oliveira (E) e Quadros da Silva assinaram pelo SEI os Termos de Cessão de Uso
Presidentes Oliveira (E) e Quadros da Silva assinaram pelo SEI os Termos de Cessão de Uso (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Desembargador Vallisney de Souza Oliveira, presidente do TRF6
Desembargador Vallisney de Souza Oliveira, presidente do TRF6 (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Desembargador Fernando Quadros da Silva, presidente do TRF4
Desembargador Fernando Quadros da Silva, presidente do TRF4 (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Encontro aconteceu na Sala de Reuniões da Presidência do TRF4
Encontro aconteceu na Sala de Reuniões da Presidência do TRF4 (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

O  Guia “E Agora, Como Recomeçar?” é destaque institucional na II Edição do Prêmio Fórum Justiça de Direitos Humanos no RS, que teve como foco reconhecer e destacar ações que contribuíram para promoção de acesso a direitos e à justiça a pessoas em situação vulnerabilidade, em face da calamidade climática, e para o enfrentamento dos desafios dela decorrentes. O evento de premiação ocorreu no dia 4/12 no auditório da Procuradoria Regional da República na 4ª Região.

O Guia de acesso a direitos e serviços foi elaborado a partir de parceria interinstitucional entre a Justiça Federal do Rio Grande do Sul (JFRS) e a Universidade Católica de Pelotas (UCPEL), destacando-se como um exemplo de inovação ao unir esforços do Judiciário e da academia para oferecer informações práticas e organizadas sobre benefícios e programas sociais destinados às vítimas dos desastres, fortalecendo o compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, em especial o ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes) e o ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação). 

O Guia nasceu a partir do Projeto de Apoio às pessoas em situação de Abrigamento no Conjunto Agrotécnico Visconde da Graça (CAVG) do Instituto Federal Sul-Rio-Grandense (IFSul), Projeto de Extensão do Curso de Serviço Social e do Programa de Pós-Graduação em Política Social e Direitos Humanos da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). O trabalho foi impulsionado por escutas atentas e rodas de conversa com enfoque restaurativo realizadas junto aos abrigados, sendo identificada a necessidade de sistematizar informações sobre benefícios públicos, atendendo de forma clara e eficiente às pessoas afetadas.

Assim, em parceria com o Grupo de Trabalho para Ações em Direitos Humanos, Equidade de Gênero, Raça e Diversidades (GTDH)  e o Inovatchê – Laboratório de Inovação da JFRS, houve a revisão e organização das informações que asseguraram uma apresentação acessível e visualmente atraente, utilizando dados disponíveis nos sites oficiais dos governos federal e estadual. 

O guia “E Agora, Como Recomeçar?”, foi utilizado como fonte de consulta durante a Central Cidadania/PopRuaJud, realizada de 17 a 23 de junho no Shopping Total, em Porto Alegre, e tornou-se uma referência também nos atendimento do Projeto de Extensão Universitária no abrigo CAVG, na UCPel e nas mídias eletrônicas, com o anexo dos serviços e benefícios disponíveis no município de Pelotas, reforçando a importância do acesso à informação como uma ferramenta de cidadania e inclusão social. 

Nucom/JFRS (secos@jfrs.jus.br)

Premiação é promovida pelo Ministério Público Federal
Premiação é promovida pelo Ministério Público Federal (GTDH/JFRS)

Integrantes do GTDH receberam o reconhecimento
Integrantes do GTDH receberam o reconhecimento (GTDH/JFRS)

A Justiça Federal em Cruz Alta (RS) recebeu, ontem (10/12), a visita de 45 alunos da rede municipal de ensino em continuidade às atividades do Projeto Inspiração. Os estudantes foram recepcionados pelos juízes Tiago Fontoura de Souza e Wyktor Lucas Meira, juntamente com a equipe de servidores e estagiários.

O grupo percorreu o prédio-sede da instituição, recebendo explicações sobre a competência da Justiça Federal, a estrutura de cargos e as atividades desenvolvidas pelos diversos profissionais envolvidos na prestação jurisdicional. Na oportunidade, puderam conhecer todas as dependências, fotografar e tirar dúvidas sobre o dia a dia do trabalho em uma Vara Previdenciária.

As professoras que acompanharam os estudantes destacaram a importância da iniciativa e o impacto positivo dessa oportunidade na vida dos adolescentes que, em breve, iniciarão sua vida profissional. Após a visita à Justiça Federal, os jovens foram conhecer o Ministério Público Estadual, onde foram recebidos pela promotora Amanda Giovanaz, que explicou como é o dia a dia do trabalho em uma promotoria de Justiça.

Nucom/JFRS (secos@jfrs.jus.br)

Estudantes conheceram a rotina de uma Vara Federal
Estudantes conheceram a rotina de uma Vara Federal (JF Cruz Alta)

Formas de ingresso como servidor também foi tema abordado
Formas de ingresso como servidor também foi tema abordado (JF Cruz Alta)

Alunos percorreram todos os setores, incluindo a sala de audiências
Alunos percorreram todos os setores, incluindo a sala de audiências (JF Cruz Alta)

Em alusão ao Dia Internacional dos Direitos Humanos, comemorado anualmente em 10 de dezembro, o Grupo de Trabalho para Ações em Direitos Humanos, Equidade de Gênero, Raça e Diversidades da Justiça Federal do Rio Grande do Sul (GTDH/JFRS) realizou seu último encontro do ano. A data de 10/12 marca a oficialização da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948, um documento histórico que reconheceu pela primeira vez, em caráter universal, a necessidade de proteger a dignidade humana.

As atividades iniciaram com um almoço de confraternização do grupo e foram seguidas de uma reunião às 14h, para avaliar as ações realizadas em 2024 e planejar as iniciativas futuras.

Conquistas de 2024

O grupo celebrou ações de grande impacto durante o ano, como o lançamento da Cartilha Letramento em Direitos Humanos nas três Seções Judiciárias da 4ª Região (RS, SC e PR). O evento no Paraná destacou-se por ser o primeiro direcionado ao público infantil, ampliando o alcance da educação em direitos humanos. Outro marco em 2024 foi o lançamento do guia “E agora, como recomeçar?”, desenvolvido para apoiar as vítimas das enchentes no RS. O guia recebeu o Prêmio Destaque Institucional – Categoria 2: Ações solidárias emergenciais da sociedade civil para a reconstrução do estado, na segunda edição do Prêmio Fórum Justiça de Direitos Humanos no RS.

Com o apoio do Núcleo de Justiça Restaurativa da 4ª Região (NUJURE), o Grupo de Trabalho organizou a programação referente ao tema da visibilidade LGBTQIAPN+ no Poder Judiciário. E, em parceria com o projeto Círculos de Conversa, o Grupo participou da produção de podcasts, com destaque para o tema da acessibilidade de inclusão.

Além disso, integrantes do grupo contribuíram para a produção e disseminação de conhecimento sobre direitos humanos e suas diversas interfaces por meio de artigos apresentados em eventos científicos e acadêmicos, publicados ao longo do ano, como o XI Encontro Brasileiro de Administração Pública, o VII Congresso Lusófono de Recursos Humanos e Administração Pública em Lisboa, o XXIX Congresso Internacional do Conselho Latino-Americano de Administração e o Congresso Internacional de Extensão Universitária na Argentina.

Planejamento para 2025

A reunião também discutiu novas iniciativas, como a elaboração do Guia de Atendimento Inclusivo, em parceria com o Inovatchê, o Laboratório de Inovação da Seção Judiciária do RS. A proposta prevê o desenvolvimento de um projeto inovador que será implementado para promover maior acessibilidade e inclusão no atendimento judiciário.

Outro ponto de destaque foi o debate sobre a regionalização do Grupo de Trabalho em Direitos Humanos para abranger toda a 4ª Região, fortalecendo a cooperação entre as Seções Judiciárias, ampliando o impacto das ações e colaborando para o atingimento de metas de capacitação e de implementação de ações para a diversidade, equidade e inclusão na Justiça Federal da 4ª Região.

Uma reflexão inspiradora

O encontro foi permeado pelo espírito de renovação e compromisso, refletido na citação de Paulo Freire:

“É preciso ter esperança, mas esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. Esperançar é se levantar, esperançar é ir atrás, esperançar é construir, esperançar é não desistir! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo”.

Com esse espírito de esperançar, o Grupo de Trabalho encerra 2024, reafirmando seu compromisso com os direitos humanos, a equidade e a diversidade no Judiciário, enquanto se prepara para novos desafios em 2025.

 

Fonte: GTDH/JFRS

A reunião do Grupo de Trabalho debateu as ações promovidas durante o ano de 2024 e planejou as iniciativas para 2025
A reunião do Grupo de Trabalho debateu as ações promovidas durante o ano de 2024 e planejou as iniciativas para 2025 (Imagem: GTDH/JFRS)

Os integrantes do Grupo de Trabalho celebraram as ações de grande impacto que foram realizadas durante 2024
Os integrantes do Grupo de Trabalho celebraram as ações de grande impacto que foram realizadas durante 2024 (Foto: GTDH/JFRS)

A 17ª Vara Federal de Porto Alegre garantiu que uma menina autista receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC) mesmo que a renda familiar per capita seja superior a ¼ do salário mínimo. Na sentença, publicada ontem (10/12), a juíza Sophia Bomfim de Carvalho aplicou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero e considerou a condição de família monoparental, chefiada pela mãe, que possui pouca instrução escolar e é jovem.

A genitora, representando a filha menor, ingressou com a ação o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) narrando que teve o pedido de benefício assistencial negado. Ela narrou que menina tem sete anos e possui diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista, necessitando de companhamento com equipe multidisciplinar. Pontuou ainda que tem mais um filho de nove anos.

Ao analisar o caso, a magistrada pontuou que o BPC possui dois requisitos. O primeiro é pessoal: ter mais de 65 anos de idade ou ser pessoa com deficiência. O outro é socioeconômico: não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê-la provida por sua família. Aqui, segundo ela, a lei prevê renda familiar per capita igual ou inferior a ¼ do salário mínimo, mas esse critério não é absoluto.

“Desse modo, se a renda per capita for inferior a 1/4 do salário mínimo, há, em princípio, direito subjetivo ao benefício, ressalvadas situações excepcionalíssimas de prova indubitável de desnecessidade. Caso a renda seja superior, necessária a demonstração da condição de miserabilidade”.

Carvalho ressaltou que a perícia médica judicial reconheceu que a menina é pessoa com deficiência. “O autismo é considerado deficiência por força da Lei nº 12.764/2012, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista”. Assim, estaria preenchido o primeiro requisito para concessão do Benefício de Prestação Continuada.

A juíza passou então a avaliar o requisito econômico, ressaltando que renda per capita não é um critério absoluto e que a lei permite que se considere outros elementos probatórios de miserabilidade e vulnerabilidade do grupo familiar. Ao observar o laudo da perícia socioeconômica, ela afirmou que ele trouxe constatações que apontam para a necessidade de aplicar o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça.

De acordo com a magistrada, o perito assistente social apontou que a genitora é mãe solo, única responsável por dois filhos menores, teve a filha com 20 anos e não concluiu o ensino médio. A menina não teve a paternidade reconhecida e o pai do menino é ausente e não ajuda em qualquer despesa.

“Quanto ao ponto, importante registrar que mães solo enfrentam sobrecarga de trabalho de cuidado, já que são as únicas responsáveis pela criação e sustento de seus filhos. Em razão de tal sobrecarga, não têm oportunidade de melhorar sua qualificação profissional, circunstância que as leva, em regra, à situação de vulnerabilidade social e econômica”.

Carvalho ainda destacou que “ a necessidade de acompanhamento e tratamento permanente de crianças diagnosticadas com transtorno do espectro autista demanda cuidados e gastos contínuos aos seus genitores, comprometendo as possibilidades de capacitação profissional destes, levando-os à realização de atividades laborativas de baixa remuneração, afetando a renda familiar”.

Ela sublinhou que os laudos indicaram que a menina sofre atraso de desenvolvimento comparado com o esperado para sua faixa etária, como usar fraldas e precisar de auxílio para banho, o que exige assistência e tratamento permanentes, incluindo a contratação de uma cuidadora. “Ainda que a menor faça tratamento médico junto ao SUS, fica claro que as despesas decorrentes de sua enfermidade comprometem os rendimentos do núcleo familiar, levando-o à inegável situação de vulnerabilidade e miserabilidade”.

Assim, para a juíza, ficou comprovado também o preenchimento do requisito socioeconômico. Ela julgou procedente a ação condenando o INSS a conceder o benefício assistencial desde agosto de 2023, pagando as prestações vencidas. Cabe recurso às Turmas Recursais.

Nucom/JFRS (secos@jfrs.jus.br)

Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa (Freepik.com)

Está disponível a partir desta segunda-feira (9/12) o novo sistema de pesquisa de jurisprudência da Justiça Federal da 4ª Região. Desenvolvido como um módulo do eproc, ele permitirá a utilização pelos demais tribunais que utilizam o eproc, por meio de Acordo de Cooperação Técnica (ACT), a ser firmado com as cortes interessadas.

Esse é um projeto da atual gestão (2023-2025), sob a presidência do desembargador federal Fernando Quadros da Silva, para a modernização da pesquisa jurisprudencial deste tribunal que já não atendia plenamente às demandas. Foi construído e desenvolvido pelas Diretorias Judiciária, de Tecnologia da Informação do TRF4 e de Tecnologia da Informação da Justiça Federal do Paraná.

Nesta tarde, a diretora Judiciária, Cristinne Rojas Barros, e o diretor de Sistemas de Gestão de Documentos Processuais e Sessões de Julgamento, Luís Fernando Sayão Lobato Ely, apresentaram o novo módulo de pesquisa de jurisprudência ao presidente do TRF4, desembargador Fernando Quadros da Silva; aos juízes auxiliares da Presidência Marcos Josegrei da Silva e Danilo Pereira Júnior; e ao diretor-geral Arnaldo Girotto. Também estiveram presentes no encontro o diretor de Tecnologia da Informação Cristian Prange, e o assessor de Apoio Judiciário Elton Luís Peixoto.

Agilidade na navegação

O acesso pode ser feito diretamente pela página pública do eproc, no item “Jurisprudência”, localizado no menu à esquerda. Igualmente, poderá o acesso ser pelo Portal Unificado da Justiça Federal da 4ª Região, ao selecionar a expressão “Jurisprudência”, caso em que o usuário será direcionado à jurisprudência do eproc.

A utilização facilitará as atividades profissionais tanto dos usuários internos quanto externos, por ocasião da elaboração de minutas de decisões e de petições, bem como em atividades acadêmicas.

Entre as novidades, além da realização da pesquisa diretamente pelo eproc, destacam-se a modernização do layout, o agrupamento de documentos semelhantes, a possibilidade de utilização de filtros sobre os resultados obtidos, a utilização de ferramentas de anonimização de dados e o acesso específico às decisões da Vice-Presidência.

Com o objetivo de otimizar a pesquisa, no mesmo formulário é possível consultar as bases de acórdãos e decisões monocráticas do TRF4, bem como de acórdãos da Turma Regional de Uniformização e das Turmas Recursais, com transparência e agilidade na navegação.

No canto superior direito consta ícone de ajuda direcionando às orientações constantes em Manual de Pesquisa. Também já está em estudo pela Diretoria Judiciária o aperfeiçoamento do módulo ao banco de sentenças e identificação visual para precedentes qualificados para futuras versões.

ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)

Diretora Judiciária do TRF4 Cristinne Rojas Barros apresenta funcionalidades
Diretora Judiciária do TRF4 Cristinne Rojas Barros apresenta funcionalidades (Foto: ACS/TRF4)

A apresentação aconteceu na Sala de Reuniões da Presidência do TRF4
A apresentação aconteceu na Sala de Reuniões da Presidência do TRF4 (Foto: ACS/TRF4)

Representantes do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) assinaram hoje (9/12) um termo de acordo de cooperação técnica que envolve as instituições e entidades públicas que integram a Rede de Controle da Gestão Pública no Rio Grande do Sul (REDE RS) para o combate à corrupção. O presidente do TRF4, desembargador Fernando Quadros da Silva, e o diretor da Diretoria de Auditoria Interna, servidor Wolfgang Striebel, representaram o tribunal na solenidade de assinatura. O acordo objetiva articular ações de fiscalização, de combate à corrupção e à improbidade e promover a integração e cooperação das Redes de Controle da Gestão Pública, nos âmbitos estadual, federal e municipal.

O acordo foi formalizado em uma cerimônia na sede do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), em Porto Alegre, durante a realização do seminário em celebração ao Dia Internacional contra a Corrupção, organizado pela REDE RS.

A REDE RS é formada pelo somatório da atuação de vários órgãos federais, estaduais e municipais, com o objetivo de controle da moralidade dos atos administrativos. Além de marcar o Dia Internacional contra a Corrupção, celebrado anualmente no dia 9 de dezembro, o evento também comemorou os 15 anos de existência da REDE RS.

Juntamente com o TRF4 e MPRS, também assinaram o termo representantes do Tribunal de Justiça do Estado do RS; da Defensoria Pública do RS; do Tribunal Regional Eleitoral do RS; do Ministério Público Federal; da Procuradoria-Geral do Estado do RS; do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região; do Tribunal de Contas do Estado do RS; do Tribunal de Contas da União; da Advocacia-Geral da União, por intermédio da Procuradoria Regional da União da 4ª Região; da Controladoria-Geral da União no RS; da Polícia Federal; da Receita Federal do Brasil; da Polícia Rodoviária Federal, por meio da Superintendência Regional da Polícia Rodoviária Federal no RS; do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde, por intermédio do Serviço de Auditoria do DenaSUS no RS; da Universidade Estadual do RS; da Secretaria da Casa Civil do Estado do RS; da Contadoria e Auditoria-Geral do Estado do RS; da Brigada Militar; da Polícia Civil do Estado do RS; do Corpo de Bombeiros Militar do RS; do Ministério Público de Contas do Estado do RS; do Instituto-Geral de Perícias do Estado do RS; da Polícia Penal do Estado do RS; da Procuradoria-Geral do Município de Porto Alegre; e da Secretaria Municipal de Transparência e Controladoria de Porto Alegre.

Seminário contra a corrupção

Na abertura do seminário, o procurador-geral de Justiça do MPRS, Alexandre Saltz, destacou a importância do controle dos atos administrativos. “No Rio Grande do Sul, em função da necessidade da reconstrução em boa parte do Estado, esse movimento agora é fundamental. E caberá à REDE, também, a responsabilidade por balizar a realização das obras que são necessárias, muitas delas em caráter de urgência, mas sem que essas obras ocorram ao arrepio que a legislação determina”, disse Saltz.

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, também participou do seminário. Segundo o ministro, não existe Estado de Direito com corrupção. “A corrupção é incompatível com os princípios básicos do processo civilizado e é um dos instrumentos mais perversos que retira dos pobres e dos fracos aquilo que o próprio Estado deveria estar entregando. Mas evidentemente esse combate não pode ser feito apenas por uma pessoa ou por uma instituição. É dever de todos. Daí a importância de nós termos redes que trazem essas instituições para um trabalho comum, cada um na sua área de atuação, mas com o objetivo único, que é proteger a coisa pública, o patrimônio de todos, das gerações presentes e futuras”, ele pontuou.

Em sua palestra, a advogada e professora Flávia Scabin abordou o tema reconstrução resiliente de territórios atingidos por desastre e governança orientada à transparência. “Conforme conceito da Organização das Nações Unidas, se formos capazes de prever os grandes eventos climáticos, então existe a ideia de que precisamos investir em capacidade para reagir a eles e reduzir a vulnerabilidade. Dessa forma, não existiria um 'desastre natural'. Partindo desse entendimento, o papel de investir em prevenção deve ser do Estado, das empresas envolvidas em determinadas situações, como rompimento de barragens, por exemplo, e também das instituições do Sistema de Justiça, que vão ter que tomar decisões arbitrais sobre o tema”, defendeu a especialista.

Para o coordenador do Centro de Apoio Operacional de Proteção do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa, Cível, Família e Sucessões (CAOPP), Tiago de Menezes Conceição, que representa o MPRS na presidência da REDE RS, mesmo tendo muito a comemorar em razão dos avanços na maior integração entre as instituições e entidades parceiras, em 2023, o Brasil ocupava a 104ª colocação em um índice que mede, da menor para a maior, a percepção de corrupção da população, elaborado pela Transparência Internacional/Brasil, que avaliou 180 países. “A importância desse evento, realizado anualmente pela REDE, é ressaltar a necessidade de integração entre as instituições e as entidades que lidam com o controle da gestão pública para ter mais efetividade, mais sucesso no combate à corrupção”, ele ressaltou.

Com informações da Assessoria de Comunicação Social/MPRS

Representantes de órgãos públicos que integram a Rede de Controle da Gestão Pública no RS assinaram o acordo de cooperação técnica
Representantes de órgãos públicos que integram a Rede de Controle da Gestão Pública no RS assinaram o acordo de cooperação técnica (Foto: Comunicação Social/MPRS)

O presidente do TRF4, desembargador Fernando Quadros da Silva, e o diretor de Auditoria Interna, servidor Wolfgang Striebel, assinaram o acordo
O presidente do TRF4, desembargador Fernando Quadros da Silva, e o diretor de Auditoria Interna, servidor Wolfgang Striebel, assinaram o acordo (Foto: Comunicação Social/MPRS)

Além da assinatura do acordo, também foi realizado o seminário em celebração ao Dia Internacional contra a Corrupção
Além da assinatura do acordo, também foi realizado o seminário em celebração ao Dia Internacional contra a Corrupção (Foto: Comunicação Social/MPRS)

O evento aconteceu na sede do MPRS, em Porto Alegre
O evento aconteceu na sede do MPRS, em Porto Alegre (Foto: Comunicação Social/MPRS)

Em cumprindo a uma decisão da 23ª Vara Federal de Curitiba, foi deflagrada a Operação Mafiusi, nesta terça-feira (10), resultado de uma colaboração entre autoridades brasileiras e italianas, envolvendo a Polícia Federal do Brasil, o Ministério Público Federal, a Receita Federal, a Procuradoria-Geral da República e a Guarda Civil Espanhola. As investigações contaram com o apoio da Eurojust, da Europol e da Interpol.

Foram expedidos dez mandados de prisão preventiva no Brasil e um mandado de prisão na Espanha, além de 31 mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina e São Paulo. Dois grupos interligados, responsáveis pelo tráfico de grandes quantidades de cocaína da América do Sul para a Europa, foram desmantelados. As investigações da Política Federal envolveram uma rede complexa, que operava principalmente por meio do Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná, e por meio de aeronaves privadas.

O Porto de Paranaguá era o principal ponto de saída e o Porto de Valência, na Espanha, o de chegada. A droga era transportada principalmente pelo método “RIP ON – RIP OFF”, ocultada em contêineres com cargas como cerâmica, louça sanitária e madeira. Além do transporte marítimo, a organização também usava aeronaves privadas para enviar cocaína para a Bélgica, onde membros da organização retiravam a droga antes da fiscalização nos aeroportos.

Esquema de lavagem de dinheiro

Além do tráfico de drogas, conforme as investigações, o grupo estava envolvido em um complexo esquema de lavagem de dinheiro, movimentando bilhões de reais entre empresas e contas bancárias de fachada, além de adquirir bens e realizar transações fraudulentas. Durante o período de investigação, entre 2018 e 2022, a movimentação financeira dos investigados alcançou aproximadamente R$ 2 bilhões.

As medidas patrimoniais de sequestro de imóveis, bloqueio de bens e valores existentes nas contas bancárias e aplicações financeiras dos investigados totalizam um valor estimado de R$ 126 milhões.

 

Comunicação Social da Seção Judiciária do Paraná

COMSOC/JFPR (imprensa@jfpr.jus.br)

 

Sede da Seção Judiciária do Paraná, em Curitiba. (Foto: JFPR)
Sede da Seção Judiciária do Paraná, em Curitiba. (Foto: JFPR) ()

Fruto dos esforços do Fórum Interinstitucional Ambiental do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o Grupo de Trabalho Interinstitucional – Quilombolas realizou, nesta segunda-feira (9/12), a sua quarta reunião. O encontro teve como objetivo discutir o andamento do trabalho desenvolvido pela equipe executiva de juízes designados para os conflitos envolvendo quatro comunidades prioritárias: Alpes, Fidelix e Lemos, localizadas no Rio Grande do Sul, e Paiol de Telha, no Paraná.

Presidida pelo desembargador federal Hermes Siedler da Conceição Júnior, coordenador do Sistema de Conciliação do TRF4 (Sistcon), e pela juíza federal Clarides Rahmeier, cada juiz da equipe do Sistcon apresentou um relato sobre a situação atual dos processos sob sua responsabilidade, bem como os próximos passos dos trabalhos.

A juíza Silvia Brollo, que lida com o Quilombo Paiol da Telha, iniciou a reunião informando que existem duas questões que se destacam nesse caso: a regularização do território e a destinação da indenização por danos morais.

Em seguida, a juíza Ana Lidia Mello falou sobre o Quilombo Alpes, cujo processo está sob sua responsabilidade, e pontuou que a principal questão diz respeito à desapropriação, dado que a área já foi reconhecida como território tradicional quilombola.

Os juízes Bruno Ribas e Lucas Calixto, responsáveis pelo processo do Quilombo Fidelix e do Quilombo Lemos, revelaram que o processo administrativo envolvendo a desapropriação da área ocupada pelo Quilombo Fidelix está em fase final e já foi remetido para a Casa Civil, com parecer favorável do Município de Porto Alegre.

A procuradora federal Patrícia Rossato, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), apresentou a situação dos processos administrativos de regularização fundiária envolvendo os quatro quilombos e enfatizou o mérito do GT de construir soluções alternativas, identificando os problemas que geram letargia em processos de reconhecimento dessas comunidades.

Claudia Maria Dadico, diretora do Departamento de Mediação e Conciliação de Conflitos Agrários do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), ressaltou que o órgão está na busca de soluções orçamentárias para obtenção de imóveis.

Já o desembargador Hermes Siedler abordou a possibilidade de, em vista das dificuldades orçamentárias, encaminhar, com a colaboração do Incra, projetos para o Fundo dos Direitos Difusos.

Finalizando a reunião, o desembargador Hermes destacou o trabalho realizado pela equipe executiva e importante colaboração que integram o GT Quilombola.

Participaram da quarta reunião do Grupo de Trabalho Quilombolas, além de juízes e servidores da Conciliação, juíza estadual do RS, representantes do Ministério Público Federal, da Defensoria Pública da União, da Advocacia-Geral da União, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, do Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul (CEDH-RS), da Verzoni Administração e Participações Ltda. e da Frente Nacional de Defesa dos Territórios Quilombolas – Seção RS.

Fonte: Sistcon/TRF4

A reunião do Grupo de Trabalho foi realizada de forma telepresencial
A reunião do Grupo de Trabalho foi realizada de forma telepresencial (Imagem: Sistcon/TRF4)

As duas décadas de atuação da Justiça Federal em Cruz Alta(RS) foram celebrados ontem (9/12) em solenidade realizada no prédio-sede da instituição no município. O movimento para a instalação da Vara Federal, o início da subseção, o desenvolvimento e o trabalho realizado foram relembrados no evento.

A cerimônia foi conduzida pelo desembargador Alexandre Gonçalves Lippel, representando a Presidência do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), acompanhado pela diretora do Foro da Justiça Federal do RS (JFRS), juíza Carla Evelise Justino Hendges, e pelo diretor do Foro da Justiça Federal em Cruz Alta, juiz Tiago Fontoura de Souza.

Também estavam presentes o vice-diretor do Foro da JFRS, juiz Fábio Dutra Lucarelli; o ouvidor da JFRS, juiz Gerson Godinho da Costa; a diretora do Foro da Comarca de Cruz Alta, juíza Luana Schneider; a presidente da Subseção local da Ordem dos Advogados do Brasil, Sandra Marchionatti Terra; o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Rogério Coradini Oliveira, representando o Município de Cruz Alta; entre outras autoridades.

O evento contou com a presença da Banda da 3ª Divisão de Exército que tocou os Hinos Nacional, do Estado do Rio Grande do Sul e da cidade de Cruz Alta.

Na abertura da solenidade, o diretor do Foro local, juiz Tiago Fontoura de Souza, destacou que a construção da subseção foi um esforço coletivo, que contou com a dedicação de vários atores, como os advogados e os primeiros magistrados e servidores. “Ao longo desses 20 anos, a 1ª Vara Federal de Cruz Alta tem sido um farol de justiça, solucionando milhares de processos e impactando positivamente a vida de inúmeros cidadãos, principalmente aqueles que se encontram em estado de vulnerabilidade social nos 13 municípios que compõem a nossa jurisdição”.

O magistrado ressaltou o compromisso da unidade com a agilidade e a cidadania, relembrando que resolveram 226 processos envolvendo o auxílio emergencial, o que aponta para o papel fundamental da Justiça em momentos de crise, como o enfrentado durante a pandemia da Covid-19. Ele ainda afirmou que, após a especialização e regionalização de competências, a “1ª Vara Federal passou a atuar mais massivamente com processos previdenciários e, por conseguinte, vem contribuindo significativamente para a melhoria das condições de vida de segurados em uma extensão ainda maior, distribuindo, ao longo do ano de 2023, mais de R$ 32 milhões em Requisições de Pequeno Valor e precatórios, bem como ao longo deste ano foram pagos mais de R$ 53 milhões”.

O diretor do Foro local sublinhou que a instalação da unidade judiciária no município representou “um avanço significativo para região, proporcionando maior celeridade e eficiência na resolução de conflitos e garantindo acesso à justiça”. Ele concluiu sua fala renovando o compromisso da unidade em “continuar trabalhando com dedicação e profissionalismo para garantir a efetividade da justiça e o bem-estar da comunidade”.

Para finalizar, Souza reconheceu o trabalho da Comissão Pró Instalação da Justiça Federal em Cruz Alta, que foi iniciado com a OAB local. Ele entregou um certificado de homenagem a entidade, que foi recebida pela presidente da instituição. O reconhecimento também foi estendido aos seis primeiros servidores.

Na sequência, a diretora do Foro da JFRS, juíza Carla Evelise Justino Hendges, pontou ser um momento feliz pensar nesses duas décadas de atuação da Justiça Federal no município e na região, principalmente observando, pelas histórias mencionadas, como foi a configuração inicial e quanto se avançou neste tempo. “Esperamos que outros 20 anos venham. Que a Justiça esteja junto da comunidade, trabalhando para o bem-estar, a promoção da justiça e da igualdade”.

Por fim, o desembargador Alexandre Gonçalves Lippel comentou que era a primeira vez que visita Cruz Alta e que ficou impressionado com a recepção, o que, para ele, mostrava o acerto que foi o investimento da sociedade e do TRF4 na instalação da Justiça Federal no município. Parabenizou o trabalho realizado por magistrados e servidores que, com qualificação e espírito público, procuram contribuir para a construção de uma sociedade melhor, mais fraterna.

Nucom/JFRS (secos@jfrs.jus.br)

Público lotou auditório para acompanhar a solenidade
Público lotou auditório para acompanhar a solenidade (Nucom/JFRS)

Homenagem à Comissão Pró Instalação da Justiça Federal em Cruz Alta
Homenagem à Comissão Pró Instalação da Justiça Federal em Cruz Alta (Nucom/JFRS)

Juízes e servidores da Justiça Federal em Cruz Alta
Juízes e servidores da Justiça Federal em Cruz Alta (Nucom/JFRS)

Juíza Carla Hendges (D), desembargador Alexandre Lippel e juiz Tiago de Souza
Juíza Carla Hendges (D), desembargador Alexandre Lippel e juiz Tiago de Souza (Nucom/JFRS)

Banda da 3ª Divisão de Exército
Banda da 3ª Divisão de Exército (Nucom/JFRS)