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Category Archives: Notícias STF

​​Nos processos de execução, caso o devedor preencha os requisitos legais, ele pode ser beneficiado com a concessão de gratuidade de justiça, não sendo possível que o juízo indefira automaticamente o pedido apenas porque a parte executada responde à ação com todos os bens penhoráveis. Essa impossibilidade tem relação, em especial, com a ampla garantia de acesso ao benefício prevista pela Constituição Federal e pelo Código de Processo Civil.

O entendimento foi estabelecido pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao reformar acórdão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) que negou a concessão da gratuidade a devedor em ação de execução de título extrajudicial, por entender que o benefício seria incompatível com o processo executivo.

Segundo o TJRS, na execução, o devedor não é citado para oferecer defesa, mas sim para satisfazer a obrigação principal e os acessórios, aos quais se agregam as despesas do processo, de forma que o benefício estaria, na execução, disponível apenas ao autor da ação.

Ainda segundo o tribunal, somente a ação de embargos à execução seria compatível com a concessão do benefício ao executado.

Ampla e abrangente

A ministra Nancy Andrighi, relatora do recurso especial, explicou que, nos termos da Lei 1.060/1950, o deferimento da gratuidade de justiça é condicionado apenas à demonstração da incapacidade do jurisdicionado de pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios, sem sacrifício do sustento próprio ou de sua família.

Na mesma linha, apontou, o Código de Processo Civil estabelece o direito à gratuidade em termos amplos e abrangentes, com o objetivo de facilitar a obtenção do benefício por qualquer pessoa que dele necessite para a defesa de direitos em juízo.

"Nesse diapasão, não vinga o entendimento sustentado no acórdão recorrido, no sentido de vedar, a priori, a concessão do benefício ao devedor no processo de execução, sem ao menos considerar sua particular condição econômico-financeira", afirmou a ministra.

Presunção relativa

Por outro lado, Nancy Andrighi destacou que é relativa a presunção de veracidade da declaração de hipossuficiência do interessado na gratuidade de justiça, razão pela qual o juízo pode indeferir o benefício se não verificar a presença dos requisitos legais.

Além disso, a relatora ressaltou que, de acordo com as circunstâncias concretas, o juízo pode adotar mecanismos como o deferimento parcial da gratuidade – apenas em relação a alguns atos processuais, ou mediante a redução de despesas que o beneficiário tiver que adiantar no curso do processo.

"Na hipótese dos autos, não está o tribunal de origem obrigado a conceder a plena gratuidade de justiça ao recorrente devido à declaração de insuficiência de recursos deduzida; porém, o que não se pode admitir é o indeferimento automático do pedido, pela simples circunstância de ele figurar no polo passivo do processo de execução", concluiu a magistrada ao determinar o retorno dos autos para a primeira instância, a fim de que o juízo verifique se o devedor preenche os requisitos legais para a concessão da gratuidade.

Leia o acórdão no REsp 1.837.398.  

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Acesso gratuito à Justiça: a vulnerabilidade econômica e a garantia do devido processo legal

A Secretaria de Jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) atualizou a base de dados de Repetitivos e IACs Organizados por Assunto. Foram incluídas informações a respeito dos julgamentos dos REsp 1.852.691 e REsp 1.860.018 classificados no ramo de direito previdenciário, assunto benefícios previdenciários, juntamente com o REsp 1.350.804 (publicado em 28/06/2013 e, portanto, já constante do índice).

Os recursos estabelecem regras para a inscrição em dívida ativa de créditos referentes a benefícios previdenciários ou assistenciais pagos indevidamente. 

Plataforma

Os usuários podem acompanhar o passo a passo dos recursos repetitivos no STJ por meio da página Repetitivos e IACs, mantida pelo Núcleo de Gerenciamento de Precedentes (Nugep). O espaço traz informações atualizadas relacionadas à tramitação – como afetação, desafetação e suspensão de processos.

A página Repetitivos e IACs Organizados por Assunto disponibiliza os acórdãos já publicados (acórdãos dos recursos especiais julgados no tribunal sob o rito dos artigos 1.036  a 1.041 e do artigo 947 Código de Processo Civil), organizando-os de acordo com o ramo do direito e por assuntos específicos. ​

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) fará uma sessão extraordinária no dia 5 de agosto, quinta-feira, com início previsto para as 14h. O colegiado analisará processos de pauta remanescente da sessão extraordinária do dia 29 de junho.

A sessão será realizada por videoconferência e poderá ser acompanhada pelo canal do tribunal no YouTube.

Especializada em direito privado, a Quarta Turma é composta pelos ministros Marco Buzzi (presidente), Luis Felipe Salomão, Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira.

​O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Reynaldo Soares da Fonseca é um dos palestrantes do IV Congresso Nacional de Direito da Universidade Regional do Cariri (Urca), evento que será realizado no mês de agosto, dentro da XI Semana de Direito da universidade.

O evento é uma iniciativa do colegiado de professores da Faculdade de Direito da Universidade Regional do Cariri (Urca), e tem como foco o seguinte tema: "Direito e a Covid-19: Os reflexos da pandemia nas questões jurídicas".

O Congresso acontecerá entre os dias 2 e 6 de agosto, nos turnos da manhã, tarde e noite. O evento será integralmente on-line, e os participantes poderão assistir às conferências e palestras por meio do canal do YouTube da universidade.

O ministro Reynaldo Soares da Fonseca participará da conferência de encerramento, no dia 6 de agosto, às 19h, e abordará o tema Democracia e Justiça em tempos de pandemia.

Para fazer a inscrição, basta se cadastrar no sistema de eventos da Urca, neste link. A organização disponibilizará certificados aos participantes.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) informa que, durante todo o mês de julho, serão realizadas manutenções no ambiente computacional da corte, para o aprimoramento dos produtos e serviços tecnológicos.

Com isso, poderão ocorrer, eventualmente – aos sábados e domingos, no período da tarde –, indisponibilidades nos serviços: Central do Processo Eletrônico; Consulta de Jurisprudência; Guia de Recolhimento da União – GRU; Diário de Justiça; Consulta Processual; Sistema SEI, e alguns sistemas de funcionamento interno. ​

Os órgãos julgadores do Superior Tribunal de Justiça (STJ) especializados em direito privado divulgaram os números referentes ao primeiro semestre de 2021. Os colegiados mantiveram produtividade elevada, mesmo com as adaptações necessárias em razão da pandemia da Covid-19.

Segunda Seção

A Segunda Seção recebeu 1.655 processos e baixou 1.822. Nos seis primeiros meses, o total de julgamentos foi de 2.697, sendo 2.095 de forma monocrática e outros 602 em sessão.

A presidente do colegiado, ministra Isabel Gallotti, lembrou que o resultado só foi possível graças ao trabalho de todos os membros da seção e dos servidores do tribunal. A ministra também enalteceu a participação do Ministério Público e dos advogados nas atividades do colegiado.

Terceira Turma

Os ministros da Terceira Turma receberam 12.383 processos no primeiro semestre e baixaram 16.375. Foram 24.533 processos julgados, sendo 14.978 de forma monocrática e 9.555 em sessão.

Ao apresentar as estatísticas da Terceira Turma, o presidente do colegiado, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, apontou que os números revelam um "exagero de julgamentos", uma vez que, apenas no primeiro semestre do ano, cada ministro recebeu mais de seis mil processos e relatou mais de nove mil ações. 

Também integram o colegiado a ministra Nancy Andrighi e os ministros Villas Bôas Cueva, Marco Aurélio Bellizze e Moura Ribeiro.

Quarta Turma

Na Quarta Turma, 12.566 processos foram distribuídos e outros 14.129, baixados no período – uma redução de mais de 1.500 ações no estoque processual do colegiado. O número total de julgamentos foi de 22.183, sendo 14.617 de forma monocrática e 7.566 em sessão.

Presidente da Quarta Turma, o ministro Marco Buzzi destacou que os dados representam o esforço do colegiado para fazer frente ao expressivo volume de processos que, diariamente, são distribuídos aos ministros por todos os tribunais estaduais e regionais.

"O momento é oportuno também para destacar aquilo que mais nos orgulha em termos de prestação jurisdicional: a qualidade das decisões, dos votos e debates apresentados na turma e, por isso mesmo, nas várias teses de direito privado firmadas durante este semestre, as quais afetam o cotidiano das pessoas", destacou Buzzi.

Os ministros Luis Felipe Salomão, Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira também fazem parte da turma.​

​O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, participou nesta quinta-feira (1º), de um evento virtual organizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em homenagem ao centenário do advogado José Cavalcanti Neves, único pernambucano a presidir o conselho federal da entidade.

Ele é o membro mais longevo do Conselho Federal da OAB e exerceu a presidência da entidade de 1971 a 1973. Na OAB de Pernambuco, foi presidente de 1958 a 1971. O advogado completa 100 anos neste sábado (3).

"José Cavalcanti Neves tem uma vida dedicada à advocacia e à política de classe, sempre com o olhar voltado ao engrandecimento do exercício da advocacia, ao respeito às prerrogativas da classe e à defesa intransigente dos Direitos Humanos e do Estado Democrático de Direito", comentou o ministro Humberto Martins, ao discursar na homenagem.

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O presidente do STJ lembrou que pôde acompanhar de perto o trabalho de José Cavalcanti quando esteve na presidência da OAB de Alagoas, de 1998 a 2002. Ele destacou que o pernambucano é um exemplo positivo para as futuras gerações com o seu legado de luta pela consolidação do Estado de Direito.

"Com a vitalidade e a energia de sempre, hoje, às portas de completar 100 anos, José Cavalcanti continua surpreendendo a todos com seus exemplos de luta e união da classe dos advogados, sempre a serviço da cidadania", comentou Martins.

Orgulho para Pernambuco

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), destacou o currículo do homenageado e disse que ele é motivo de orgulho para o estado e exemplo a ser seguido na luta pela democracia. Câmara disse que José Cavalcanti Neves exerceu com desenvoltura o papel de advogado em um período de transformações sociais no Brasil. Para o governador, não há dúvidas sobre a relevância do homenageado no cenário nacional e, especialmente, em Pernambuco.

Por sua vez, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), saudou a atuação de José Cavalcanti Neves na organização e estruturação da OAB tanto no estado como no país, garantindo a democracia como valor essencial para a sociedade. O prefeito disse que, ao longo de sua trajetória, o homenageado nunca se furtou da responsabilidade de defender valores éticos e morais em todas as oportunidades que teve.

Parentes de José Cavalcanti Neves, conselheiros da OAB, advogados convidados e diversas outras autoridades do Judiciário participaram do evento virtual.

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Nesta quinta (1º), às 18h, será lançado o livro Recuperação Judicial, Extrajudicial e Falência – Teoria e Prática, de autoria do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luis Felipe Salomão e do procurador do Estado do Rio de Janeiro Paulo Penalva Santos.

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Nesta sexta edição, o volume foi atualizado, revisto e ampliado com a reforma na Lei de Recuperação Judicial (Lei 11.101 de 2005) e de acordo com a Transação de Créditos Tributários e Não Tributários da União – Lei 13.988/2020.

​O lançamento ocorrerá de forma virtual, no canal do YouTube do Gen Jurídico

Os três colegiados especializados em direito penal no Superior Tribunal de Justiça (STJ) divulgaram o balanço estatístico referente ao primeiro semestre de 2021. Apesar da pandemia causada pelo novo coronavírus, os órgãos julgadores conseguiram manter números expressivos de produtividade.

Terceira Seção

Nos primeiros seis meses do ano, a Terceira Seção recebeu 786 processos e baixou 684. Foram 1.087 processos julgados – 813 de forma monocrática e 274 em sessão.

O presidente do colegiado, ministro Reynaldo Soares da Fonseca, destacou os dois repetitivos julgados pela seção, cujos precedentes qualificados passam a orientar os tribunais do país no julgamento de questões idênticas. O dirigente também elogiou o trabalho do presidente anterior da seção, ministro aposentado Nefi Cordeiro.

Quinta Turma

Na Quinta Turma, 26.215 processos foram distribuídos e 28.302, baixados. Ao todo, 35.116 processos foram julgados nos primeiros seis meses do ano, sendo 28.046 em decisões monocráticas e outros 7.070 em sessão.

O ministro Joel Ilan Paciornik, presidente da Quinta Turma, destacou a crescente produtividade do colegiado, e creditou os resultados ao trabalho dos ministros e dos servidores do tribunal.

Os ministros Felix Fischer, João Otávio de Noronha, Reynaldo Soares da Fonseca e Ribeiro Dantas também integram o colegiado.

Sexta Turma

A Sexta Turma recebeu 24.944 processos e baixou 26.085, mostrando redução no acervo processual. O colegiado julgou 32.326 processos, 25.934 de forma monocrática e 6.392 em sessão.

Compõem o colegiado a ministra Laurita Vaz e os ministros Sebastião Reis Júnior, Rogerio Schietti Cruz e Antonio Saldanha Palheiro (presidente), além do desembargador convocado Olindo Menezes.

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Estão abertas as inscrições para o curso de especialização Jurisdição Penal Contemporânea e Sistema Prisional, o primeiro da modalidade oferecido pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O curso é gratuito e será realizado entre agosto de 2021 e maio de 2022, com coordenação científica do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Rogerio Schietti Cruz. São 40 vagas e carga horária prevista de 360 horas/aula em formato remoto. As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de julho, no site da Enfam.

"O curso é inovador em diversos sentidos. Além da estreia da modalidade de especialização na Enfam, magistrados e magistradas participarão de uma necessária abordagem crítica sobre o papel jurisdicional no contexto prisional atual", avalia o ministro Rogerio Schietti.

De acordo com o ministro, a formação vai demonstrar o potencial da tomada de decisão para um controle mais eficiente da porta de entrada e de saída do sistema penal, de forma alinhada ao conceito de proporcionalidade penal.

Serão 32 vagas para o público-alvo preferencial – magistrados e magistradas dos Tribunais de Justiça e dos Tribunais Regionais Federais com atuação na área penal interessados em aprofundar conhecimento de questões contemporâneas no campo penal e prisional. As oito vagas restantes têm caráter excepcional, podendo ser ocupadas por servidores ou servidoras públicas do Poder Executivo ou Judiciário, membros do Ministério Público e convidados indicados pela Presidência do CNJ.

Além da observância de políticas inclusivas – incluindo cor/raça, equidade de gênero, diversidade étnica e pessoas com deficiência –, o processo seletivo prioriza a escolha de uma pessoa por estado e o Distrito Federal, no caso da Justiça Estadual, e uma por região, no caso da Justiça Federal. Também terão prioridade as interessadas lotadas em unidades de audiências de custódia ou em varas de execução penal e que componham os Grupos de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMFs) em seus tribunais.

Sobre o cu​​rso

A carga de 360 horas é dividida em um eixo introdutório, três eixos temáticos e 14 disciplinas obrigatórias a serem cursadas em até 12 meses. Entre os temas abordados por professores originários da magistratura, da academia e da área técnica, estão uma abordagem crítica sobre a efetividade do sistema penal no Brasil e no mundo, as audiências de custódia, as alternativas ao encarceramento e o controle da superlotação carcerária pelo Judiciário. Após o período de aulas, os participantes terão 60 dias para a elaboração do trabalho de conclusão de curso.

O curso parte de produtos de conhecimento lançados pelo CNJ em 2020 que trouxeram uma leitura atualizada sobre os desafios na porta de entrada do sistema prisional. Tanto o curso quanto os produtos integram as atividades do progra​ma Fazendo Justiça, parceria iniciada em 2019 pelo CNJ e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para superar desafios estruturais no campo da privação de liberdade. Na área das audiências de custódia, o programa tem o apoio do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

Além de trabalhar o conteúdo da coleção Fortalecimento da Audiência de Custódia, que contém cinco manuais com novos parâmetros de atuação da magistratura no campo, o curso fomentará participação ativa de juízes e juízas na gestão de vagas penais com foco no controle da superlotação e em torno da governança interinstitucional. Nesse sentido, serão abordados temas como gestão pública, orçamento e custos da política penal.

O curso é gratuito e ocorrerá no formato remoto via plataforma Teams for Education, com possibilidade de momentos presenciais na sede da Enfam, em Brasília, ao final do curso. A carga horária semanal é de seis horas síncronas (aulas em grupo), distribuídas em dois dias da semana no período noturno. Também haverá até 1h30 por dia para atividades assíncronas, cumpridas a critério do aluno em acordo com os professores.

Justificativa​

O Brasil ocupa a terceira posição entre os países que mais encarceram no mundo – na contramão dos primeiros da lista, que estão reduzindo suas populações prisionais. Além disso, o país já teve suas prisões reconhecidas como estado de coisas inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (ADPF 347). O "Aperfeiçoamento da Gestão da Justiça Criminal" é um dos temas prioritários da Estratégia Nacional do Poder Judiciário 2021-2026 (Resolução CNJ 325/2020).

"O objetivo do curso é criar possibilidades de ação atualizadas no campo da justiça criminal, com parâmetros renovados de respostas do Judiciário para responder aos desafios concretos no campo penal e prisional", destaca o coordenador institucional do curso, Luís Lanfredi. A coordenação acadêmica é dividida entre a professora Manuela Abath Valença (Universidade Federal de Pernambuco) e o juiz Américo Bedê Freire Junior (Tribunal Regional Federal da 2ª Região).

Com informações do CNJ.​