• Telefone: (47) 3382-2422
  • Email: atendimento@marcelobonaadvogado.com.br

Category Archives: Notícias TRF4

Em comemoração ao 252º aniversário da Cidade de Porto Alegre, o Memorial da Justiça Federal do RS realizará, no dia 9/4, às 17h, a aula aberta intitulada: “Porto Alegre na Década de 1820”. A entrada é gratuita.

O evento proporcionará ao público uma imersão na história da cidade de Porto Alegre durante a década de 1820, utilizando um mapa histórico (o mais antigo registro cartográfico de Porto Alegre) proveniente do arquivo histórico da Justiça Federal do RS, recuperado digitalmente por pesquisadores do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul/IHGRGS.

A aula será ministrada por:

  • Prof. Dr. Ronaldo Marcos Bastos, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul (IHGRGS);
  • Profª Dra. Daniela Marzola Fialho, arquiteta e doutora em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); e
  • Maria Fernanda Kill, bolsista de Iniciação Científica de Arquitetura.

O evento será transmitido no canal do Youtube da Justiça Federal do RS.


(JFRS)


(JFRS)

 

A Subseção Judiciária de Curitiba abre na segunda-feira (08) as inscrições para seleção de estagiário de nível médio. As inscrições ficarão abertas até o dia 19 de abril de 2024 e poderão ser feitas presencialmente no Núcleo de Segurança e Transportes da JFPR (Avenida Anita Garibaldi, 888).

Para participar do processo, o(a) candidato(a) deverá estar cursando o 1º ou 2º ano do ensino médio. A seleção será por meio de prova a ser aplicada presencialmente no dia 02 de maio de 2024. O resultado final será divulgado no dia 10 de maio de 2024 no site do TRF4.

A carga horária é de 20 horas semanais, no turno da tarde, com remuneração mensal de R$ 885,65 (oitocentos e oitenta e cinco reais e sessenta e cinco centavos) a título de auxílio financeiro, e de R$ 12,00 (doze reais) por dia efetivamente estagiado, a título de auxílio-transporte.

Saiba mais sobre o processo por meio do EDITAL: https://bit.ly/EstagioNivelMedioCuritiba


()

Dando início às visitas acadêmicas do PVITA – Programa de Visitação Técnico-Acadêmica em 2024, a Justiça Federal em Curitiba recebeu ontem (04/04) 22 acadêmicos de Direito da Gran Faculdade. Os alunos estavam acompanhados da Professora Gilmara Pesquero Fernandes Mohr Funes. O PVITA é coordenado pela Divisão de Documentação e Memória (DDOCM), com o apoio da Direção do Foro da JFPR.

O grupo recebeu as boas-vindas do Diretor da Secretaria Administrativa Layre Colino Neto que, em nome da Direção do Foro, expressou a satisfação em receber os estudantes, desejando que a visita fosse proveitosa a todos. Em seguida, o Diretor da DDOCM, Afonso César da Silva, demonstrou a estrutura e o funcionamento da Justiça Federal. O servidor Alexandre César Nass, da 3ª Vara Federal, fez uma demonstração do eproc – processo eletrônico utilizado na Justiça Federal, e abordou as carreiras da Instituição e forma de ingresso, seja como estagiário, servidor ou magistrado.

A seguir, divididos em dois grupos, os alunos visitaram as secretarias da 3ª e da 20ª Varas Federais. Na 3ª Vara foram recebidos pelo diretor de secretaria, Leonardo Manfroi de Araújo, e na 20ª pela juíza federal Cláudia Rocha Mendes Brunelli.

Os estudantes finalizaram a visita na “Sala da Memória Fábio Luiz dos Santos”, onde a supervisora da Seção de Memória Institucional, Dulcinéia Tridapalli, contou um pouco da História da JFPR e demonstrou o acervo histórico da Sala.

Texto: Divisão de Documentação e Memória.


()

A 1ª Vara Federal de Bento Gonçalves (RS) determinou que a Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) desbloqueie o perfil de Instagram de um aluno, que foi bloqueado pela instituição, em virtude de comentários supostamente ofensivos.  A sentença, publicada em 27/3, é do juiz federal André Augusto Giordani.

O aluno ingressou com ação narrando ter sido bloqueado pelo perfil da instituição durante a pandemia devido a um comentário que publicou, interpretado como ofensa à reitora pelos administradores da rede da instituição. O autor da ação alegou que não ofendeu ninguém, exercendo apenas seu direito de livre expressão. Argumentou que a restrição de acesso à conta da universidade o estaria impedindo de obter informações disponíveis à comunidade acadêmica e de expressar sua opinião sobre assuntos de interesse à instituição.

A UFCSPA contestou, indicando que possui órgão interno que realiza a gestão das redes que é responsável pelo monitoramento e moderação dos comentários de publicações. Confirmou que a mensagem foi considerada ofensiva à reitora da Universidade, o que levou ao bloqueio da conta do rapaz.

O juiz observou que o motivo do comentário em questão teria sido uma publicação em que a reitora da Universidade não utilizava máscara de proteção. O episódio se deu em meio à pandemia de coronavírus, momento em que a circulação pelo campus da instituição sem o uso de máscara estava proibida.

Apesar de não haver registros do conteúdo do comentário, de maneira que não é possível saber o teor exato do comentário, Giordani pontuou que o bloqueio pela Universidade foi justificado: “É compreensível (…) a ação da universidade na ocasião em que blinda o acesso às suas redes sociais de usuários que possam estar proferindo ofensas a servidores públicos, até porque, como é cediço, o direito à liberdade de expressão não é absoluto e não pode ser utilizado como salvaguarda para ferir deliberadamente direitos de personalidade”. Por outro lado, o magistrado reconheceu que não existem indícios de que o autor possa repetir o comportamento ofensivo.

A ação foi julgada parcialmente procedente, sendo assim determinado que a Universidade desbloqueie imediatamente o perfil do demandante.

Quanto à solicitação do autor de indenização por danos morais, Giordani observou que as informações institucionais publicadas nas redes da universidade são veiculadas também em outras plataformas, como o site da entidade. Dessa forma, o demandante não estaria impedido de acessar informações e manifestar suas opiniões a respeito de assuntos da instituição, o que descaracterizaria o dano moral.

Cabe recurso ao TRF4.


(Foto: UFCSPA)

A Escola Judicial de Magistrados e Servidores (Emagis) do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) realizou entre quarta-feira e hoje (3 a 5/4) o curso “Direito Previdenciário: aspectos práticos”, dirigido a magistrados e servidores da 4ª Região. O evento aconteceu no auditório da Justiça Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, e também foi transmitido por streaming.

Sob a coordenação científica da desembargadora federal Eliana Paggiarin Marinho e da juíza federal Gabriela Pietsch Serafin, o objetivo do curso foi ampliar a compreensão do processo administrativo previdenciário de concessão de benefícios. Foram abordadas as formas de acesso aos dados previdenciários e sua interpretação e os novos conceitos envolvendo a Inteligência Artificial. O grupo ainda compartilhou experiências e possibilidades de aprimoramento na área.

Busca de soluções

O curso foi aberto pelo desembargador federal Alexandre Gonçalves Lippel, que pontuou a necessidade de desenvolver competências no Direito Previdenciário, tendo em vista o impacto que trará o uso da Inteligência Artificial nos processos. 

“A criação das ferramentas eletrônicas Tramitação Ágil (TA) e Automatização da Tramitação Processual (ATP) surge paralelamente à utilização de Inteligência Artificial pelo INSS, exigindo o estudo e debate no âmbito da Justiça Federal da 4ª Região”, ressaltou Lippel. 

Segundo o magistrado, é preciso “identificar os problemas que os diversos atores processuais estão enfrentando, permitir o diálogo efetivo entre eles e fomentar a criação de soluções que levem em consideração a complexidade e multifatoriedade do Direito Previdenciário”.

O evento contou com cinco painéis e a participação de 687 ouvintes, sendo 119 presenciais e 568 telepresenciais.

Acesse a programação do curso neste link: https://www.trf4.jus.br/5WEUz.

Desembargador Alexandre Lippel abriu o curso
Desembargador Alexandre Lippel abriu o curso (Foto: Imprensa/SJSC)

Em comemoração ao 252º aniversário da Cidade de Porto Alegre, o Memorial da Justiça Federal do RS realizará, no dia 9/4, às 17h, a aula aberta intitulada: “Porto Alegre na Década de 1820”. A entrada é gratuita.

O evento proporcionará ao público uma imersão na história da cidade de Porto Alegre durante a década de 1820, utilizando um mapa histórico (o mais antigo registro cartográfico de Porto Alegre) proveniente do arquivo histórico da Justiça Federal do RS, recuperado digitalmente por pesquisadores do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul/IHGRGS.

A aula será ministrada por:

  • Prof. Dr. Ronaldo Marcos Bastos, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul (IHGRGS);
  • Profª Dra. Daniela Marzola Fialho, arquiteta e doutora em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); e
  • Maria Fernanda Kill, bolsista de Iniciação Científica de Arquitetura.

O evento será transmitido no canal do Youtube da Justiça Federal do RS.


(JFRS)


(JFRS)

 

A Subseção Judiciária de Curitiba abre na segunda-feira (08) as inscrições para seleção de estagiário de nível médio. As inscrições ficarão abertas até o dia 19 de abril de 2024 e poderão ser feitas presencialmente no Núcleo de Segurança e Transportes da JFPR (Avenida Anita Garibaldi, 888).

Para participar do processo, o(a) candidato(a) deverá estar cursando o 1º ou 2º ano do ensino médio. A seleção será por meio de prova a ser aplicada presencialmente no dia 02 de maio de 2024. O resultado final será divulgado no dia 10 de maio de 2024 no site do TRF4.

A carga horária é de 20 horas semanais, no turno da tarde, com remuneração mensal de R$ 885,65 (oitocentos e oitenta e cinco reais e sessenta e cinco centavos) a título de auxílio financeiro, e de R$ 12,00 (doze reais) por dia efetivamente estagiado, a título de auxílio-transporte.

Saiba mais sobre o processo por meio do EDITAL: https://bit.ly/EstagioNivelMedioCuritiba


()

Dando início às visitas acadêmicas do PVITA – Programa de Visitação Técnico-Acadêmica em 2024, a Justiça Federal em Curitiba recebeu ontem (04/04) 22 acadêmicos de Direito da Gran Faculdade. Os alunos estavam acompanhados da Professora Gilmara Pesquero Fernandes Mohr Funes. O PVITA é coordenado pela Divisão de Documentação e Memória (DDOCM), com o apoio da Direção do Foro da JFPR.

O grupo recebeu as boas-vindas do Diretor da Secretaria Administrativa Layre Colino Neto que, em nome da Direção do Foro, expressou a satisfação em receber os estudantes, desejando que a visita fosse proveitosa a todos. Em seguida, o Diretor da DDOCM, Afonso César da Silva, demonstrou a estrutura e o funcionamento da Justiça Federal. O servidor Alexandre César Nass, da 3ª Vara Federal, fez uma demonstração do eproc – processo eletrônico utilizado na Justiça Federal, e abordou as carreiras da Instituição e forma de ingresso, seja como estagiário, servidor ou magistrado.

A seguir, divididos em dois grupos, os alunos visitaram as secretarias da 3ª e da 20ª Varas Federais. Na 3ª Vara foram recebidos pelo diretor de secretaria, Leonardo Manfroi de Araújo, e na 20ª pela juíza federal Cláudia Rocha Mendes Brunelli.

Os estudantes finalizaram a visita na “Sala da Memória Fábio Luiz dos Santos”, onde a supervisora da Seção de Memória Institucional, Dulcinéia Tridapalli, contou um pouco da História da JFPR e demonstrou o acervo histórico da Sala.

Texto: Divisão de Documentação e Memória.


()

A 1ª Vara Federal de Bento Gonçalves (RS) determinou que a Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) desbloqueie o perfil de Instagram de um aluno, que foi bloqueado pela instituição, em virtude de comentários supostamente ofensivos.  A sentença, publicada em 27/3, é do juiz federal André Augusto Giordani.

O aluno ingressou com ação narrando ter sido bloqueado pelo perfil da instituição durante a pandemia devido a um comentário que publicou, interpretado como ofensa à reitora pelos administradores da rede da instituição. O autor da ação alegou que não ofendeu ninguém, exercendo apenas seu direito de livre expressão. Argumentou que a restrição de acesso à conta da universidade o estaria impedindo de obter informações disponíveis à comunidade acadêmica e de expressar sua opinião sobre assuntos de interesse à instituição.

A UFCSPA contestou, indicando que possui órgão interno que realiza a gestão das redes que é responsável pelo monitoramento e moderação dos comentários de publicações. Confirmou que a mensagem foi considerada ofensiva à reitora da Universidade, o que levou ao bloqueio da conta do rapaz.

O juiz observou que o motivo do comentário em questão teria sido uma publicação em que a reitora da Universidade não utilizava máscara de proteção. O episódio se deu em meio à pandemia de coronavírus, momento em que a circulação pelo campus da instituição sem o uso de máscara estava proibida.

Apesar de não haver registros do conteúdo do comentário, de maneira que não é possível saber o teor exato do comentário, Giordani pontuou que o bloqueio pela Universidade foi justificado: “É compreensível (…) a ação da universidade na ocasião em que blinda o acesso às suas redes sociais de usuários que possam estar proferindo ofensas a servidores públicos, até porque, como é cediço, o direito à liberdade de expressão não é absoluto e não pode ser utilizado como salvaguarda para ferir deliberadamente direitos de personalidade”. Por outro lado, o magistrado reconheceu que não existem indícios de que o autor possa repetir o comportamento ofensivo.

A ação foi julgada parcialmente procedente, sendo assim determinado que a Universidade desbloqueie imediatamente o perfil do demandante.

Quanto à solicitação do autor de indenização por danos morais, Giordani observou que as informações institucionais publicadas nas redes da universidade são veiculadas também em outras plataformas, como o site da entidade. Dessa forma, o demandante não estaria impedido de acessar informações e manifestar suas opiniões a respeito de assuntos da instituição, o que descaracterizaria o dano moral.

Cabe recurso ao TRF4.


(Foto: UFCSPA)

A Escola Judicial de Magistrados e Servidores (Emagis) do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) realizou entre quarta-feira e hoje (3 a 5/4) o curso “Direito Previdenciário: aspectos práticos”, dirigido a magistrados e servidores da 4ª Região. O evento aconteceu no auditório da Justiça Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, e também foi transmitido por streaming.

Sob a coordenação científica da desembargadora federal Eliana Paggiarin Marinho e da juíza federal Gabriela Pietsch Serafin, o objetivo do curso foi ampliar a compreensão do processo administrativo previdenciário de concessão de benefícios. Foram abordadas as formas de acesso aos dados previdenciários e sua interpretação e os novos conceitos envolvendo a Inteligência Artificial. O grupo ainda compartilhou experiências e possibilidades de aprimoramento na área.

Busca de soluções

O curso foi aberto pelo desembargador federal Alexandre Gonçalves Lippel, que pontuou a necessidade de desenvolver competências no Direito Previdenciário, tendo em vista o impacto que trará o uso da Inteligência Artificial nos processos. 

“A criação das ferramentas eletrônicas Tramitação Ágil (TA) e Automatização da Tramitação Processual (ATP) surge paralelamente à utilização de Inteligência Artificial pelo INSS, exigindo o estudo e debate no âmbito da Justiça Federal da 4ª Região”, ressaltou Lippel. 

Segundo o magistrado, é preciso “identificar os problemas que os diversos atores processuais estão enfrentando, permitir o diálogo efetivo entre eles e fomentar a criação de soluções que levem em consideração a complexidade e multifatoriedade do Direito Previdenciário”.

O evento contou com cinco painéis e a participação de 687 ouvintes, sendo 119 presenciais e 568 telepresenciais.

Acesse a programação do curso neste link: https://www.trf4.jus.br/5WEUz.

Desembargador Alexandre Lippel abriu o curso
Desembargador Alexandre Lippel abriu o curso (Foto: Imprensa/SJSC)