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Category Archives: Notícias TRF4

Foram inaugurados nesta sexta-feira (16/6), no Prédio Anexo do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), os retratos dos desembargadores Luís Alberto d’Azevedo Aurvalle, Victor Luiz dos Santos Laus e Márcio Antonio Rocha na Galeria dos Diretores da Escola da Magistratura (Emagis). Aurvalle dirigiu a Emagis em 2017, após o falecimento do desembargador Otávio Roberto Pamplona. Já Laus e Rocha, nos biênios de 2017-2019 e 2019-2021, respectivamente.

A cerimônia foi aberta pelo presidente do tribunal, desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira, que participou de forma remota, de Curitiba, em companhia do vice-presidente, desembargador Fernando Quadros da Silva, e do corregedor regional da Justiça Federal da 4ª Região, desembargador Cândido Alfredo Silva Leal Júnior.

O diretor da Emagis, desembargador João Batista Pinto Silveira, conduziu a solenidade na Emagis, frisando a importância de lembrar a história da escola por meio dos magistrados que se dedicaram à sua construção e evolução. “Sabemos que a memória se faz presente por meio destes registros. Termos uma galeria de ex-dirigentes da Emagis é um marco histórico que no futuro possibilitará a quem venha visitar a sede do tribunal conhecer aqueles colegas que, com afinco, se dedicaram a esta escola”, declarou Silveira.

O desembargador também agradeceu ao presidente da corte pelo empenho deste em concretizar uma aspiração antiga do TRF4, realizada neste último biênio, que foi criar uma escola judicial da 4ª Região, reunindo em uma mesma unidade a formação e a capacitação de magistradas e magistrados, servidoras e servidores. “Foi uma visão de vanguarda que servirá de inspiração para muitas outras escolas federais, pela contemporaneidade da decisão”, completou o diretor da Emagis.

O primeiro a descerrar seu retrato foi o desembargador Aurvalle, que o fez junto com a esposa Verena Flach Aurvalle. O magistrado lembrou que esteve junto ao desembargador falecido Otávio Roberto Pamplona durante o biênio 2015-2017, atuando em seus afastamentos, devido a uma grave enfermidade, e após seu falecimento, ocorrido em abril de 2017. “Em vários momentos exerci interinamente a direção, mas faço questão de ressaltar que o desembargador Pamplona, mesmo afastado, nunca se deixou totalmente e preocupar-se com a escola”, lembrou Aurvalle comovido.

O desembargador Victor Luiz dos Santos Laus inaugurou sua fotografia recordando o desafio de ajudar na criação da Escola de Formação de Magistrados – Enfam. “Tivemos a oportunidade naquele período de compartilhar com a Enfam a experiência da Emagis, vivendo um período profícuo”, lembrou Laus. 

O magistrado relembrou ainda a criação do Podcast da Emagis, já na gestão do desembargador Márcio Rocha, mas que era um projeto acalentado por ele e pela escola há bastante temo. “Irmanamo-nos neste objetivo e dali nasceu o projeto Emagis Podcast, aproximando o Poder Judiciário da comunidade forense. Não podemos focar exclusivamente em cursos, mas também trabalhar nas diversas competências que envolvem a atividade judicial, o que requer criatividade e ousadia”, observou Laus.

Márcio Antonio Rocha não pode comparecer, por motivos de saúde, e teve seu retrato descerrado por Silveira, que relembrou as agruras enfrentadas pelo desembargador ao dirigir a escola durante a pandemia. “A Emagis não parou, continuou oferecendo webinários e capacitando magistrados e servidores”, concluiu.

 

ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)
 

Desembargador Silveira relembrou gestões e fatos marcantes da Emagis
Desembargador Silveira relembrou gestões e fatos marcantes da Emagis (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Desembargador Luís Alberto d'Azevedo Aurvalle
Desembargador Luís Alberto d’Azevedo Aurvalle (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Desembargador Victor Luiz dos Santos Laus
Desembargador Victor Luiz dos Santos Laus (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Magistrados, servidores e familiares participaram da solenidade
Magistrados, servidores e familiares participaram da solenidade (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Valle Pereira, Quadros da Silva e Leal Júnior participam de Curitiba
Valle Pereira, Quadros da Silva e Leal Júnior participam de Curitiba (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Em função do ciclone extratropical que atingiu Porto Alegre e região metropolitana, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) suspendeu os prazos processuais no dia de hoje (16/6) em todos os processos do tribunal.

A Portaria nº 504/2023 foi assinada no final da tarde pelo presidente do TRF4, desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira, considerando as fortes chuvas e ventos e a ausência de energia elétrica em muitos bairros da capital gaúcha.

Leia a íntegra da portaria neste link: https://shre.ink/l6mA

Fachada do prédio do TRF4, em Porto Alegre
Fachada do prédio do TRF4, em Porto Alegre (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), através do Sistema de Conciliação (Sistcon), realizou nesta sexta-feira (16/06) a quinta edição do Fórum Regional Interinstitucional Ambiental. O evento tem como objetivo aperfeiçoar práticas e procedimentos em matéria ambiental, facilitar a interlocução e fomentar a colaboração para encaminhamentos interinstitucionais, visando à solução de conflitos referentes a direito ambiental, patrimônio cultural, populações e comunidades originárias e tradicionais.

A reunião contou com a participação de magistrados e servidores da 4ª Região, além de representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Ibama, ICMBio, Iphan, Incra, Fundação Palmares, Funai, Procuradorias Regionais da União, Procuradoria Federal, Ministério Público, OAB, Defensoria Pública da União, Polícia Federal, Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná , UFRGS/CECLIMAR, Rede Colaborativa de Direitos Humanos, Equidade de Gênero, Raça e Diversidades.

A desembargadora Vânia Hack de Almeida, coordenadora do Sistcon, destacou que “este é o Fórum Interinstitucional mais recente da 4ª Região, e o que possui maior diversidade de temas, enriquecendo todos que dele participam e desafiando a sua gestão a encontrar as mais precisas pautas diante da vastidão de temas urgentes e necessários”, mencionou também que esta é sua última reunião do Fórum, como coordenadora, e mesclam-se sentimentos de saudades e de realização. Completou desejando sucesso à próxima gestão para a continuidade dos trabalhos. 

O desembargador federal Hermes Siedler da Conceição Júnior, que em breve assumirá a gestão como coordenador do Sistcon, manifestou que é de grande satisfação participar deste Fórum. “Sei que têm sido desenvolvidas excelentes atividades neste espaço, e para mim que venho atuando há cerca de 30 anos na Justiça Federal, assumir o Sistcon e sua altíssima relevância, é um desafio carinhoso porque entendo que a Conciliação é a forma definitiva para a solução de conflitos”, pontuou o futuro coordenador.

Neste encontro, foram abordados dois eixos temáticos: “Quilombolas, identidade e questão fundiária”, apresentado por Flávia de Jesus Costa, diretora do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-brasileiro da Fundação Palmares, e Julia Dalla Costa, assessora da Secretaria Executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), bem como houve a continuação dos debates e deliberações sobre a “Pesca irregular”, a partir da apresentação do projeto Mopert pelo prof. Ignacio Benites Moreno e equipe.

A coordenadora do Fórum Ambiental, juíza federal Clarides Rahmeier, destacou que, para o debate do tema Quilombola, espera-se conseguir impulsionar as ações da forma mais adequada com a colaboração dos órgãos públicos, através do diálogo interinstitucional, com reflexos positivos para as comunidades Quilombolas da região. 

A diretora Flávia Costa, da Fundação Palmares, apresentou questões referentes às certificações das comunidades quilombolas. Trouxe uma contextualização do órgão federal, como um dos primeiros órgãos consolidados para tratar das especificidades das Comunidades Remanescentes de Quilombos (CRQs) e para promover e valorizar a cultura afro-brasileira. Aprofundou-se sobre o Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-brasileiro, suas competências para proteger, preservar e promover a identidade das CRQs, expedir certificação das declarações de autodefinição, entre outras. 

Informou que em cinco meses de atuação, até maio de 2023, foram expedidas 20 certificações de CRQs. Este reconhecimento contribui para a luta contra o racismo estrutural, reconhece e valoriza a história e a partir disso trata odesenvolvimento da comunidade, seja na educação, saúde, renda e divulgação do conhecimento. A certificação permite o acesso às políticas públicas específicas, que levam em conta as peculiaridades e necessidades das comunidades, respeitando suas tradições e valorizando sua cultura. 

A assessora do MDA, Julia Dalla Costa, trouxe a questão da regularização fundiária de territórios quilombolas, com a apresentação de marcos legais para garantir a titulação e proteção dos quilombos, e a explicação das etapas do processo de regularização até a expedição do título de domínio. Explicou a situação em casos de sobreposições entre unidades de conservação federais e territórios quilombolas, usando como exemplo a comunidade São Roque na divisa entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que participa de processo conciliatório no Sistcon. Por fim, trouxe os desafios que ocorrem na titulação dos territórios quilombolas, como a estruturação do Incra, o racismo institucional, a priorização da política pública e o aprimoramento processual. 

No segundo eixo temático, o professor Ignacio Benites deu continuidade à pauta do Fórum anterior, sobre a pesca irregular no Estuário do rio Tramandaí, principalmente relacionado à questão da pesca do bagre. Para isso trouxe a apresentação dos projetos Mopert, de ‘Monitoramento pesqueiro do estuário’, e o ‘Botos da Barra’, para garantir a salvaguarda da pesca cooperativa entre tarrafeiros e botos, ambos desenvolvidos no núcleo CECLIMAR da UFRGS. 

O projeto Mopert visa acompanhar o movimento pesqueiro em Imbé e Tramandaí para gerar conhecimento atualizado e subsidiar ações de manejo de estoques pesqueiros e controle da comercialização de pescado e, também, para garantir a proteção de espécies de peixes da região. O projeto, então, surge a partir de um acordo de cooperação em ação judicial, com a colaboração da UFRGS, municípios de Imbé, Tramandaí e órgãos federais e estaduais. 

Apresentou ainda os principais problemas da pesca ilegal de bagres, sendo o comércio ilegal e seu “esquentamento”, o bloqueio na entrada deles no sistema lagunar, a desvalorização na cadeia produtiva, a diminuição da espécie com ameaça de extinção, e inclusive a captura de botos ameaçados de extinção e que interagem com pescadores tradicionais na pesca da tainha. 

Questionou-se sobre a possibilidade de ampliação do projeto Mopert em nível estadual e, também para outros locais no Estado, sendo informado pelo professor que diversas instituições tem interesse em replicar o projeto e isto tem motivado discussões relacionadas à expansão, principalmente no Rio Grande do Sul.

Após o fim dos debates, a juíza Clarides conduziu uma série de manifestações de agradecimentos pelo esforço, disposição e qualidade com que a desembargadora Vânia conduziu o tema Ambiental durante sua gestão no Sistcon. “Ter este espaço interinstitucional dá um relevo e magnitude ao tema, é uma questão de vanguarda, e será muito bem substituída pelo desembargador Hermes, mas será um desafio continuar a grandeza do trabalho feito pela senhora”, declarou.

No encerramento do Fórum, a desembargadora Vânia agradeceu as palavras de carinho nesta despedida após dois anos de trabalhos, esforços, criações e realizações. “O mérito que tenho é o de me cercar de muita gente responsável, com espírito colaborativo, que fizeram possível termos êxito em várias missões que estivemos envolvidos”, ela concluiu.

A data da próxima edição do Fórum Regional Interinstitucional Ambiental será definida pela próxima gestão do Sistcon e prontamente comunicada aos integrantes do Fórum. O vídeo competo da reunião pode ser acessado neste https://shre.ink/l6nJ

 

Fonte: Sistcon/TRF4

Fórum reuniu membros em reunião híbrida
Fórum reuniu membros em reunião híbrida (Foto: Sistcon/TRF4)


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A Justiça Federal em Santa Catarina negou o pedido do ex-corregedor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de liminar para recondução ao cargo, de que foi dispensado em 2 de janeiro deste ano, por portaria do ministro chefe da Casa Civil. O policial alega que tinha mandato até 9 de novembro e que sua dispensa teria sido por motivação política.

O Juízo da 5ª Vara Federal de Blumenau, indeferiu o pedido por entender que “a situação, notadamente quando se aventa perseguição política na decisão administrativa, recomenda a prudência de se abrir o contraditório e admitir a produção de provas antes de firmar decisão”. O despacho foi proferido hoje (16/6) e cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

“Por outro lado, a princípio, verifica-se que a dispensa do autor do cargo de corregedor- geral da Polícia Rodoviária Federal atendeu ao disposto no art. 9º do Decreto nº 9.794/16, uma vez que foi submetida pelo dirigente máximo do órgão ou da entidade, à aprovação da Controladoria-Geral da União, e, de todo modo, a alegação de ilegalidade da dispensa deve ser primeiramente confrontada pela parte ré [a União], em homenagem ao contraditório substancial e à própria presunção de legalidade dos atos administrativos”, segundo o despacho.

O policial argumenta que, além da garantia do mandato, a dispensa teria ocorrido sem justa causa, o direito de defesa não teria sido assegurado e que a portaria do Ministério da Casa Civil seria nula, por estar fundamentada em nota técnica com nulidades. Ele ainda requereu que, caso a liminar para recondução não fosse concedida, ele pudesse continuar recebendo os pagamentos adicionais referentes à função, mas esse pedido também foi negado.


(https://www.gov.br/prf/pt-br/noticias/estaduais/para/2023/junho)

Foram inaugurados nesta sexta-feira (16/6), no Prédio Anexo do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), os retratos dos desembargadores Luís Alberto d’Azevedo Aurvalle, Victor Luiz dos Santos Laus e Márcio Antonio Rocha na Galeria dos Diretores da Escola da Magistratura (Emagis). Aurvalle dirigiu a Emagis em 2017, após o falecimento do desembargador Otávio Roberto Pamplona. Já Laus e Rocha, nos biênios de 2017-2019 e 2019-2021, respectivamente.

A cerimônia foi aberta pelo presidente do tribunal, desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira, que participou de forma remota, de Curitiba, em companhia do vice-presidente, desembargador Fernando Quadros da Silva, e do corregedor regional da Justiça Federal da 4ª Região, desembargador Cândido Alfredo Silva Leal Júnior.

O diretor da Emagis, desembargador João Batista Pinto Silveira, conduziu a solenidade na Emagis, frisando a importância de lembrar a história da escola por meio dos magistrados que se dedicaram à sua construção e evolução. “Sabemos que a memória se faz presente por meio destes registros. Termos uma galeria de ex-dirigentes da Emagis é um marco histórico que no futuro possibilitará a quem venha visitar a sede do tribunal conhecer aqueles colegas que, com afinco, se dedicaram a esta escola”, declarou Silveira.

O desembargador também agradeceu ao presidente da corte pelo empenho deste em concretizar uma aspiração antiga do TRF4, realizada neste último biênio, que foi criar uma escola judicial da 4ª Região, reunindo em uma mesma unidade a formação e a capacitação de magistradas e magistrados, servidoras e servidores. “Foi uma visão de vanguarda que servirá de inspiração para muitas outras escolas federais, pela contemporaneidade da decisão”, completou o diretor da Emagis.

O primeiro a descerrar seu retrato foi o desembargador Aurvalle, que o fez junto com a esposa Verena Flach Aurvalle. O magistrado lembrou que esteve junto ao desembargador falecido Otávio Roberto Pamplona durante o biênio 2015-2017, atuando em seus afastamentos, devido a uma grave enfermidade, e após seu falecimento, ocorrido em abril de 2017. “Em vários momentos exerci interinamente a direção, mas faço questão de ressaltar que o desembargador Pamplona, mesmo afastado, nunca se deixou totalmente e preocupar-se com a escola”, lembrou Aurvalle comovido.

O desembargador Victor Luiz dos Santos Laus inaugurou sua fotografia recordando o desafio de ajudar na criação da Escola de Formação de Magistrados – Enfam. “Tivemos a oportunidade naquele período de compartilhar com a Enfam a experiência da Emagis, vivendo um período profícuo”, lembrou Laus. 

O magistrado relembrou ainda a criação do Podcast da Emagis, já na gestão do desembargador Márcio Rocha, mas que era um projeto acalentado por ele e pela escola há bastante temo. “Irmanamo-nos neste objetivo e dali nasceu o projeto Emagis Podcast, aproximando o Poder Judiciário da comunidade forense. Não podemos focar exclusivamente em cursos, mas também trabalhar nas diversas competências que envolvem a atividade judicial, o que requer criatividade e ousadia”, observou Laus.

Márcio Antonio Rocha não pode comparecer, por motivos de saúde, e teve seu retrato descerrado por Silveira, que relembrou as agruras enfrentadas pelo desembargador ao dirigir a escola durante a pandemia. “A Emagis não parou, continuou oferecendo webinários e capacitando magistrados e servidores”, concluiu.

 

ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)
 

Desembargador Silveira relembrou gestões e fatos marcantes da Emagis
Desembargador Silveira relembrou gestões e fatos marcantes da Emagis (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Desembargador Luís Alberto d'Azevedo Aurvalle
Desembargador Luís Alberto d’Azevedo Aurvalle (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Desembargador Victor Luiz dos Santos Laus
Desembargador Victor Luiz dos Santos Laus (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Magistrados, servidores e familiares participaram da solenidade
Magistrados, servidores e familiares participaram da solenidade (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Valle Pereira, Quadros da Silva e Leal Júnior participam de Curitiba
Valle Pereira, Quadros da Silva e Leal Júnior participam de Curitiba (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

Em função do ciclone extratropical que atingiu Porto Alegre e região metropolitana, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) suspendeu os prazos processuais no dia de hoje (16/6) em todos os processos do tribunal.

A Portaria nº 504/2023 foi assinada no final da tarde pelo presidente do TRF4, desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira, considerando as fortes chuvas e ventos e a ausência de energia elétrica em muitos bairros da capital gaúcha.

Leia a íntegra da portaria neste link: https://shre.ink/l6mA

Fachada do prédio do TRF4, em Porto Alegre
Fachada do prédio do TRF4, em Porto Alegre (Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4)

A população de Toledo (PR) conta com nova sede da Justiça Federal na cidade. Nesta quarta-feira (14/06), o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira, inaugurou oficialmente o prédio que abriga as instalações da Subseção Judiciária.

Em cerimônia reservada, a placa alusiva à inauguração da sede própria foi descerrada pelo presidente do TRF4, juntamente com o diretor da Seção Judiciária do Paraná (SJPR), juiz federal José Antonio Savaris, e o diretor da Subseção de Toledo, juiz federal João Paulo Nery dos Passos Martins. O evento contou com a presença de autoridades da Justiça Estadual, Justiça do Trabalho, Prefeitura Municipal, OAB local, advogados, delegados da Polícia Federal e militares. 

Ricardo Teixeira do Valle Pereira frisou que o atendimento pessoal sempre será importante. “O Tribunal tem investido em tecnologia e formas virtuais de atendimento, mas as pessoas precisam comparecer a um local para serem recebidas por outras pessoas. Esse é o sentido de ter esse prédio. Uma parceria do Tribunal com a Seção Judiciária do Paraná e a Subseção de Toledo, entregamos este prédio à comunidade da cidade. Desejo aos que aqui trabalham muitas felicidades para prestar um bom atendimento a todos”.

Com a palavra, José Antonio Savaris destacou que o momento é muito importante, pois representa uma conquista aos cidadãos. “Tivemos uma linda solenidade para uma grande conquista da comunidade do oeste paranaense e da Justiça Federal, que passa a contar com instalações próprias e adequadas para proporcionar um bom ambiente de trabalho para seus magistrados, servidores e demais colaboradores, tornando-se ainda mais acessível ao público externo e também mais eficiente em termos de extensão da área”. O magistrado fez um agradecimento especial ao juiz federal Wesley Schneider Collyer, que ajudou nas tratativas para a conquista da nova sede da Justiça Federal em Toledo. 
 

Atendimento já começou
O atendimento para público externo no novo endereço começou no dia 05 de junho. O prédio passou por reforma para recuperação, manutenção e modernização de suas dependências e instalações. As obras tiveram início em maio de 2022. 

Localizada na área central da cidade, a nova sede irá facilitar ainda mais o acesso do jurisdicionado aos serviços oferecidos. O prédio fica na Rua Santos Dumont, 3080, antes ocupado pela Justiça do Trabalho. 

Para João Paulo Nery dos Passos Martins, a nova sede está moderna e em localização privilegiada. “Realizamos um grande número de atendimentos mensais e tenho certeza que o espaço vai proporcionar a prestação de um serviço público mais eficiente, com maior conforto e acessibilidade ao público, bem como proporcionar economia ao Erário. Além disso, a instalação de uma sede própria no município contém uma significação simbólica muito importante, pois consolida a presença da Justiça Federal em Toledo e nos demais municípios que compõem a respectiva Subseção Judiciária”.

 

Melhorias
O imóvel recebeu melhorias nos dois andares para que magistrados e servidores possam oferecer melhor qualidade das atividades jurisdicionais, aperfeiçoando ainda mais o atendimento ao público.

Houve a adequação da arquitetura do edifício, execução de projetos elétricos, hidráulicos, de segurança, entre outros. Intervenções relacionadas a acessibilidade também estão sendo realizadas tanto na parte interna, quanto na externa. No piso térreo irão funcionar as perícias médicas, audiências e toda a parte administrativa e de atendimento ao público. O segundo andar abriga as estruturas de assessoria, gabinetes e dos oficiais de justiça. A 1ª Vara Federal tem competência Cível, Previdenciária e Tributária, sendo que a Subseção é responsável por atender 17 municípios da região.
 

Doação do imóvel
A assinatura do termo de doação de imóvel para a Justiça Federal aconteceu em maio de 2022. O documento garantiu a entrega definitiva de imóvel para abrigar a nova sede da Subseção Judiciária de Toledo. Com a obtenção do imóvel, a economia de recursos à Administração Pública vai girar em torno de R$ 575.000,00 (quinhentos e setenta e cinco mil reais) ao ano, valor referente ao contrato de locação do imóvel que abrigava a Subseção na cidade.

 

Confira mais fotos do evento na página oficial do FLICKR da JUSTIÇA FEDERAL DO PARANÁ.

 

Fachada da nova sede da Subseção Judiciária de Toledo
Fachada da nova sede da Subseção Judiciária de Toledo ()

O presidente do TRF4, desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira
O presidente do TRF4, desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira ()

O diretor da Seção Judiciária do Paraná (SJPR), juiz federal José Antonio Savaris
O diretor da Seção Judiciária do Paraná (SJPR), juiz federal José Antonio Savaris ()

O diretor da Subseção de Toledo, juiz federal João Paulo Nery dos Passos Martins
O diretor da Subseção de Toledo, juiz federal João Paulo Nery dos Passos Martins ()

Nova sede da JF de Toledo tem placa descerrada, em alusão ao início das atividades
Nova sede da JF de Toledo tem placa descerrada, em alusão ao início das atividades ()

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve, em 7/6, a condenação por crime ambiental de um pescador de São José do Norte (RS) flagrado com 355 kg de peixe da espécie corvina com tamanho inferior ao permitido. A 8ª Turma, entretanto, baixou a pena em dois meses e meio, levando em conta a atenuante da confissão.

O fato ocorreu em maio de 2020, em Cocoruto, no estuário da Lagoa dos Patos. O réu dirigia um caminhão com os pescados e foi preso em flagrante. De acordo com a legislação, o tamanho mínimo da corvina para a pesca deve ser de 25 cm. Além disso, o período de pesca permitido para essa espécie na região é entre os meses de outubro e fevereiro.

Ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal por crime ambiental e condenado pela 1ª Vara Federal de Rio Grande (RS) a 1 ano e 3 meses de prestação de serviços à comunidade e pagamento de prestação pecuniária de sete salários mínimos.

A defesa recorreu pedindo a aplicação de duas atenuantes: confissão espontânea e baixo grau de escolaridade.

Ao aplicar a atenuante, o relator, desembargador Loraci Flores de Lima, ponderou: “o apelante confessou, ao menos parcialmente, os fatos na esfera policial, e suas declarações foram utilizadas como fundamento para a sentença, de maneira que se impõe o reconhecimento da atenuante de confissão espontânea”.

Quanto a segunda atenuante, Flores de Lima entendeu não ser aplicável, tendo em vista que o pescador tem experiência no ramo. “Ainda que se possa cogitar da aplicação da atenuante para agentes com o segundo grau de instrução incompleto, o réu é experiente no ramo, trabalha há bastante tempo no meio pesqueiro, foi pescador e abriu a sua própria empresa de comercialização de pescados, detendo amplo conhecimento das normas atinentes à pesca”, concluiu.

A pena ficou em 1 ano e 15 dias de serviços comunitários e seis salários mínimos de prestação pecuniária.

 


(Foto: Freepik)

A Justiça Federal do RS (JFRS) aderiu à Rede de Cooperação no âmbito da Acessibilidade e da Inclusão Social da Pessoa com Deficiência. A assinatura do Acordo de Cooperação Técnica ocorreu no mês passado.

Tendo como integrantes diversas outras instituições, como Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, Câmara dos Deputados e o Senado Federal, a Rede tem como objetivo promover o intercâmbio de experiências, informações, pesquisas, tecnologias e soluções, desenvolvendo de forma compartilhada os processos de trabalho relativos à promoção da acessibilidade e da inclusão da pessoa com deficiência.

A iniciativa de aderir à rede foi sugerida pela Comissão de Acessibilidade e Inclusão da JFRS, que destacou os esforços empreendidos, nos últimos anos, pelo Poder Judiciário para garantir o acesso e a inclusão de todos e todas, de forma alinhada aos objetivos do desenvolvimento sustentável. O juiz federal substituto Bruno Polgati Diehl, presidente da comissão, ressaltou que um “dos meios de promover a igualdade foi a criação de uma política institucional, sustentada pela Resolução n° 401, de 16 de junho de 2021 do CNJ. Dentre as suas diretrizes, está prevista a busca e o incentivo por parcerias eficazes com outros órgãos públicos, entidades sem fins lucrativos e com a sociedade civil para o compartilhamento de estratégias e conhecimentos com foco na acessibilidade e inclusão”.

Um importante trabalho desenvolvido pela Rede de Acessibilidade é a cartilha “Como construir um ambiente acessível nas organizações públicas”​, a qual auxilia gestores a elaborar um plano de acessibilidade que atenda aos requisitos exigidos pela legislação em vigor. A aplicação das orientações da cartilha, aliada à construção de parcerias internas, tem contribuído para que o Judiciário se torne cada vez mais acessível física e digitalmente.

A cartilha está disponível neste link:

https://www.stj.jus.br/sites/portalp/SiteAssets/Paginas/Institucional/Educacao-e-cultura/Eventos/1o-Encontro-Nacional-de-Acessibilidade-e-Inclusao-Chamada-de-Painelistas/ambiente_acessivel_nas_organizacoes_publicas.pdf

 

Secos (secos@jfrs.jus.br)


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“Nós não estamos numa era de mudança, mudança é a nossa era”. A observação é do professor e pesquisador Dado Schneider, que abriu hoje (15/6) à tarde, em Florianópolis, o Encontro de Diretores de Secretaria da Justiça Federal em Santa Catarina (JFSC), com a palestra “O mundo mudou… Bem na minha vez!”. Ele afirma também que o século 21 teria de fato iniciado com a pandemia, que modificou as relações sociais em todos os aspectos, incluindo o trabalho.

“O futuro pertence a quem entendeu o século 21 e quer viver nele”, afirmou Schneider, para quem as concepções de autoridade serão cada vez menos verticais – baseadas em idade e experiência, por exemplo – e se tornarão mais horizontais, com predominância de aspectos como mentalidade e maturidade.

Segundo Schneider, a inteligência artificial (IA) está causando uma revolução maior e mais rápida que a provocada com a expansão da Internet, na década de 90. “A gente simplesmente não pode não saber nada sobre IA”, disse o professor.

O encontro foi aberto pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira, e pela diretora do Foro da JFSC, juíza federal Erika Giovanini Reupke. Participam diretores das varas federais e das turmas recursais.

O presidente também se referiu à incorporação de tecnologias de trabalho remoto, sobretudo por causa da pandemia, mas ressaltou a importância do convívio. “Só temos equipes porque as pessoas se conhecem e elas não vão se conhecer apenas através de uma tela de computador”. Valle Pereira ressaltou que os diretores “são as pessoas que cuidam do dia a dia da Justiça Federal” e que os “resultados alcançados são frutos da excelência das pessoas que trabalham [na instituição]”.

A programação da tarde prosseguiu com um círculo de conversas com o diretor da Secretaria Administrativa, Luiz Gonzaga da Costa Júnior, e os diretores de divisões da administração da JFSC. O encontro continua amanhã, com palestra do psicanalista e professor Christian Dunker e diálogo com a diretora-geral do TRF4, Sandra Mara Cornelius da Rocha.


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