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Category Archives: Notícias TRF4

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou sentença que obrigou o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a adotar medidas para garantir a segurança da Barragem Caturrita, localizada no Projeto de Assentamento Caturrita, no município de Arambaré (RS), que está com risco de rompimento. A decisão da 3ª Turma da corte foi proferida por unanimidade na terça-feira (11/10) e visa a proteger o meio ambiente e a vida dos moradores do assentamento.

A ação foi ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o Incra. O órgão ministerial narrou que uma vistoria realizada pelo Departamento de Recursos Hídricos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente do estado do RS constatou indícios de que a barragem estaria na iminência de rompimento.

Em abril deste ano, a juíza da 9ª Vara Federal de Porto Alegre condenou o Incra a realizar os reparos para garantir a segurança da Barragem Caturrita, seguindo “as orientações técnicas do Departamento de Recursos Hídricos e demais condicionantes expedidas pelas autoridades competentes visando à proteção das áreas do entorno da instalação, com o atendimento de todas as exigências previstas na legislação relacionada”.

A autarquia recorreu ao tribunal argumentando que “ainda não tomou medidas mais concretas no caso, não por desídia, inércia, desrespeito à ordem judicial, tampouco por falta de preocupação com as condições de segurança de seus reservatórios artificiais, mas por ausência de recursos humanos e financeiros”.

A 3ª Turma negou a apelação, mantendo a sentença. “Não pode ser desconsiderada a realidade de contingenciamento de recursos da Administração, porém, no caso em tela, o imóvel exige reformas urgentes e globais, a situação é crítica e demanda solução rápida”, avaliou o relator, juiz convocado no TRF4 Sérgio Renato Tejada Garcia.

Em seu voto, ele considerou que “é cabível a atuação do Poder Judiciário, excepcionalmente, a fim de ordenar a realização de ações por parte do Poder Executivo, no sentido de tornar viável a proteção à vida, ao meio ambiente e aos assentamentos fundiários decorrentes de reforma agrária ou desapropriações de interesse público”.

O magistrado concluiu ressaltando que “cabe invocar o princípio ambiental da precaução para determinar à autarquia a adoção de medidas tendentes à eliminação dos riscos de rompimento da barragem, quando evidenciado que o Incra ainda não implementou, de maneira efetiva, as exigências da Política Nacional de Segurança de Barragens, previstas na lei nº 12.334/10, em assentamentos fundiários”.

 

ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)

Imagem Ilustrativa
Imagem Ilustrativa (Foto: Stockphotos)

O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscon) da Justiça Federal em Blumenau promoveu, durante oito dias de outubro, com término hoje (14/10), um mutirão de conciliação em processos de desapropriação ajuizados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), para continuação das obras de duplicação da BR-470. Foram realizadas audiências em 46 processos, que terminaram com o pagamento de R$ 4,12 milhões em indenizações.

As audiências foram realizadas com suporte audiovisual da Plataforma de Videoconferência Zoom Cloud Meetings, disponibilizada institucionalmente pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). Cerca de 91% dos casos foram solucionados por meio de acordo entre os expropriados e o DNIT.

O evento foi organizado pelo coordenador do Cejuscon de Blumenau, juiz federal substituto Francisco Ostermann de Aguiar, e contou com a colaboração dos juízes Adamastor Nicolau Turnes, Leandro Paulo Cypriani e Vitor Hugo Anderle.


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A fim de prestigiar os juízes federais João Batista Lazzari e Leonardo Cacau Santos La Bradbury e o desembargador federal Paulo Afonso Brum Vaz, empossados como acadêmicos da recém-criada Academia de Letras de Direito Previdenciário (ALDP), a Diretora do Foro da JFSC, juíza federal Érika Giovanini Reupke, esteve presente na sessão solene de posse.

O evento foi realizado no dia 13/10/2022, no auditório do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo/SP, tendo sido coordenado pela Presidente do TRF3, desembargadora federal Marisa Santos, bem como contou com a presença dos maiores cientistas do Direito Previdenciário no Brasil.

No evento, destacou-se que o Direito Previdenciário ocupa atualmente cerca de 60% das causas na Justiça Federal no Brasil, razão pela qual se faz necessário um permanente estudo e aprimoramento.

Os acadêmicos são doutores em Direito Previdenciário e possuem livros escritos nesta área, com o objetivo de que a ciência seja mantida e também acompanhe as evoluções da sociedade.

Na solenidade, foram empossados os seguintes acadêmicos:

Acadêmicos Diretores:

Presidente: Sr. Prof. Dr. Hélio Gustavo Alves
Vice-Presidente: Sra. Profa. Dra. Adriane Bramante de Castro Ladenthin
Conselho Fiscal: Sr. Prof. Dr. João Batista Lazzari
Secretário Geral: Sr. Prof. Dr. Leonardo Cacau Santos La Bradbury
Secretário Adjunto: Sr. Prof. Dr. Daniel Machado da Rocha
Tesoureiro-Coordenador de Contas: Sr. Prof. Dr. Theodoro Vicente Agostinho
Conselho Fiscal: Sr. Prof. Dr. Fábio Souza
Tesoureiro-Adjunto de Contas: Sr. Prof. Dr. Marcelo Borsio

Acadêmicos:

Sr. Prof. Dr. Fábio Zambiette
Sra. Profa. Dra. Jane Lucia Wilherlm Berwanger
Sr. Prof. Dr. Marcelo Barroso Lima Brito de Campos
Sr. Prof. Dr. Marco Aurélio Serau Junior
Sr. Prof. Dr. Paulo Afonso Brum Vaz
Sr. Prof. Dr. Wagner Balera
Sr. Prof. Dr. Wladimir Novaes Martinez


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Foi realizado na tarde de hoje (14/10) um encontro no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) entre representantes do Sistema de Conciliação (Sistcon) da Justiça Federal da 4ª Região e da Procuradoria da Fazenda Nacional (PFN). O objetivo da reunião foi debater o fluxo a ser adotado para cumprimento de decisões judiciais em ações tributárias coletivas no âmbito dos três estados da 4ª Região (RS, SC e PR).

O juiz federal Alexandre Rossato da Silva Ávila, que é auxiliar do Sistcon e atua na condução de projetos relacionados à conciliação em matéria tributária, coordenou o encontro. “A ideia é facilitar a liquidação da sentença nessas ações coletivas mediante negócio jurídico processual realizado com a Procuradoria da Fazenda Nacional”, explicou o magistrado.

A PFN é a principal remetente de demandas de matéria tributária para o Sistcon, para serem tratadas com autocomposição em casos coletivos que envolvem a Fazenda Nacional e sindicatos e associações.

Segundo o procurador André Luis Durigan “a Procuradoria busca racionalizar a atuação, pois esses cumprimentos demandam conferência individual de cálculos. Um procedimento prévio e uniforme permite que a execução ocorra de forma mais harmônica e célere”.

Já o procurador Carlos Eduardo Wandscheer destacou que embora nos casos discutidos o direito do contribuinte já esteja reconhecido na decisão judicial, “tem-se observado que, nas ações coletivas que estão em cumprimento de sentença, não existe uniformização de procedimento. Queremos construir essa padronização”.

“Buscamos evitar milhares de cumprimentos de sentença diferentes, com redução de litígios e abreviando o rito procedimental necessário para que a parte receba aquilo que lhe é devido”, completou Ávila.

 

ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)

A reunião ocorreu na tarde de hoje (14/10) no TRF4
A reunião ocorreu na tarde de hoje (14/10) no TRF4 (Foto: ACS/TRF4)

O juiz federal Alexandre Rossato da Silva Ávila (direita) e os procuradores André Luis Durigan e Carlos Eduardo Wandscheer participaram do encontro
O juiz federal Alexandre Rossato da Silva Ávila (direita) e os procuradores André Luis Durigan e Carlos Eduardo Wandscheer participaram do encontro (Foto: ACS/TRF4)

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) renovou hoje (14/10) a cessão do direito de uso do SEI (Sistema Eletrônico de Informação). O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira, e o presidente da ECT, general Floriano Peixoto Vieira Neto, assinaram novo Acordo de Cooperação Técnica.

A reunião foi realizada em formato online, com a participação do coordenador do SEI e do eproc, juiz federal Eduardo Tonetto Picarelli, da diretora-geral do TRF4, Sandra Mara Cornelius da Rocha, e da diretora de Gestão da Informação do TRF4, Patrícia Valentina Santanna Garcia.

O acordo foi assinado em reunião pelo Zoom
O acordo foi assinado em reunião pelo Zoom (Foto: Diego Beck/TRF4)

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou sentença que obrigou o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a adotar medidas para garantir a segurança da Barragem Caturrita, localizada no Projeto de Assentamento Caturrita, no município de Arambaré (RS), que está com risco de rompimento. A decisão da 3ª Turma da corte foi proferida por unanimidade na terça-feira (11/10) e visa a proteger o meio ambiente e a vida dos moradores do assentamento.

A ação foi ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o Incra. O órgão ministerial narrou que uma vistoria realizada pelo Departamento de Recursos Hídricos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente do estado do RS constatou indícios de que a barragem estaria na iminência de rompimento.

Em abril deste ano, a juíza da 9ª Vara Federal de Porto Alegre condenou o Incra a realizar os reparos para garantir a segurança da Barragem Caturrita, seguindo “as orientações técnicas do Departamento de Recursos Hídricos e demais condicionantes expedidas pelas autoridades competentes visando à proteção das áreas do entorno da instalação, com o atendimento de todas as exigências previstas na legislação relacionada”.

A autarquia recorreu ao tribunal argumentando que “ainda não tomou medidas mais concretas no caso, não por desídia, inércia, desrespeito à ordem judicial, tampouco por falta de preocupação com as condições de segurança de seus reservatórios artificiais, mas por ausência de recursos humanos e financeiros”.

A 3ª Turma negou a apelação, mantendo a sentença. “Não pode ser desconsiderada a realidade de contingenciamento de recursos da Administração, porém, no caso em tela, o imóvel exige reformas urgentes e globais, a situação é crítica e demanda solução rápida”, avaliou o relator, juiz convocado no TRF4 Sérgio Renato Tejada Garcia.

Em seu voto, ele considerou que “é cabível a atuação do Poder Judiciário, excepcionalmente, a fim de ordenar a realização de ações por parte do Poder Executivo, no sentido de tornar viável a proteção à vida, ao meio ambiente e aos assentamentos fundiários decorrentes de reforma agrária ou desapropriações de interesse público”.

O magistrado concluiu ressaltando que “cabe invocar o princípio ambiental da precaução para determinar à autarquia a adoção de medidas tendentes à eliminação dos riscos de rompimento da barragem, quando evidenciado que o Incra ainda não implementou, de maneira efetiva, as exigências da Política Nacional de Segurança de Barragens, previstas na lei nº 12.334/10, em assentamentos fundiários”.

 

ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)

Imagem Ilustrativa
Imagem Ilustrativa (Foto: Stockphotos)

O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscon) da Justiça Federal em Blumenau promoveu, durante oito dias de outubro, com término hoje (14/10), um mutirão de conciliação em processos de desapropriação ajuizados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), para continuação das obras de duplicação da BR-470. Foram realizadas audiências em 46 processos, que terminaram com o pagamento de R$ 4,12 milhões em indenizações.

As audiências foram realizadas com suporte audiovisual da Plataforma de Videoconferência Zoom Cloud Meetings, disponibilizada institucionalmente pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). Cerca de 91% dos casos foram solucionados por meio de acordo entre os expropriados e o DNIT.

O evento foi organizado pelo coordenador do Cejuscon de Blumenau, juiz federal substituto Francisco Ostermann de Aguiar, e contou com a colaboração dos juízes Adamastor Nicolau Turnes, Leandro Paulo Cypriani e Vitor Hugo Anderle.


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A fim de prestigiar os juízes federais João Batista Lazzari e Leonardo Cacau Santos La Bradbury e o desembargador federal Paulo Afonso Brum Vaz, empossados como acadêmicos da recém-criada Academia de Letras de Direito Previdenciário (ALDP), a Diretora do Foro da JFSC, juíza federal Érika Giovanini Reupke, esteve presente na sessão solene de posse.

O evento foi realizado no dia 13/10/2022, no auditório do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo/SP, tendo sido coordenado pela Presidente do TRF3, desembargadora federal Marisa Santos, bem como contou com a presença dos maiores cientistas do Direito Previdenciário no Brasil.

No evento, destacou-se que o Direito Previdenciário ocupa atualmente cerca de 60% das causas na Justiça Federal no Brasil, razão pela qual se faz necessário um permanente estudo e aprimoramento.

Os acadêmicos são doutores em Direito Previdenciário e possuem livros escritos nesta área, com o objetivo de que a ciência seja mantida e também acompanhe as evoluções da sociedade.

Na solenidade, foram empossados os seguintes acadêmicos:

Acadêmicos Diretores:

Presidente: Sr. Prof. Dr. Hélio Gustavo Alves
Vice-Presidente: Sra. Profa. Dra. Adriane Bramante de Castro Ladenthin
Conselho Fiscal: Sr. Prof. Dr. João Batista Lazzari
Secretário Geral: Sr. Prof. Dr. Leonardo Cacau Santos La Bradbury
Secretário Adjunto: Sr. Prof. Dr. Daniel Machado da Rocha
Tesoureiro-Coordenador de Contas: Sr. Prof. Dr. Theodoro Vicente Agostinho
Conselho Fiscal: Sr. Prof. Dr. Fábio Souza
Tesoureiro-Adjunto de Contas: Sr. Prof. Dr. Marcelo Borsio

Acadêmicos:

Sr. Prof. Dr. Fábio Zambiette
Sra. Profa. Dra. Jane Lucia Wilherlm Berwanger
Sr. Prof. Dr. Marcelo Barroso Lima Brito de Campos
Sr. Prof. Dr. Marco Aurélio Serau Junior
Sr. Prof. Dr. Paulo Afonso Brum Vaz
Sr. Prof. Dr. Wagner Balera
Sr. Prof. Dr. Wladimir Novaes Martinez


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Foi realizado na tarde de hoje (14/10) um encontro no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) entre representantes do Sistema de Conciliação (Sistcon) da Justiça Federal da 4ª Região e da Procuradoria da Fazenda Nacional (PFN). O objetivo da reunião foi debater o fluxo a ser adotado para cumprimento de decisões judiciais em ações tributárias coletivas no âmbito dos três estados da 4ª Região (RS, SC e PR).

O juiz federal Alexandre Rossato da Silva Ávila, que é auxiliar do Sistcon e atua na condução de projetos relacionados à conciliação em matéria tributária, coordenou o encontro. “A ideia é facilitar a liquidação da sentença nessas ações coletivas mediante negócio jurídico processual realizado com a Procuradoria da Fazenda Nacional”, explicou o magistrado.

A PFN é a principal remetente de demandas de matéria tributária para o Sistcon, para serem tratadas com autocomposição em casos coletivos que envolvem a Fazenda Nacional e sindicatos e associações.

Segundo o procurador André Luis Durigan “a Procuradoria busca racionalizar a atuação, pois esses cumprimentos demandam conferência individual de cálculos. Um procedimento prévio e uniforme permite que a execução ocorra de forma mais harmônica e célere”.

Já o procurador Carlos Eduardo Wandscheer destacou que embora nos casos discutidos o direito do contribuinte já esteja reconhecido na decisão judicial, “tem-se observado que, nas ações coletivas que estão em cumprimento de sentença, não existe uniformização de procedimento. Queremos construir essa padronização”.

“Buscamos evitar milhares de cumprimentos de sentença diferentes, com redução de litígios e abreviando o rito procedimental necessário para que a parte receba aquilo que lhe é devido”, completou Ávila.

 

ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)

A reunião ocorreu na tarde de hoje (14/10) no TRF4
A reunião ocorreu na tarde de hoje (14/10) no TRF4 (Foto: ACS/TRF4)

O juiz federal Alexandre Rossato da Silva Ávila (direita) e os procuradores André Luis Durigan e Carlos Eduardo Wandscheer participaram do encontro
O juiz federal Alexandre Rossato da Silva Ávila (direita) e os procuradores André Luis Durigan e Carlos Eduardo Wandscheer participaram do encontro (Foto: ACS/TRF4)

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) renovou hoje (14/10) a cessão do direito de uso do SEI (Sistema Eletrônico de Informação). O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira, e o presidente da ECT, general Floriano Peixoto Vieira Neto, assinaram novo Acordo de Cooperação Técnica.

A reunião foi realizada em formato online, com a participação do coordenador do SEI e do eproc, juiz federal Eduardo Tonetto Picarelli, da diretora-geral do TRF4, Sandra Mara Cornelius da Rocha, e da diretora de Gestão da Informação do TRF4, Patrícia Valentina Santanna Garcia.

O acordo foi assinado em reunião pelo Zoom
O acordo foi assinado em reunião pelo Zoom (Foto: Diego Beck/TRF4)