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Category Archives: Notícias TRF4

 

A 1ª Vara Federal de Gravataí (RS) condenou a União ao pagamento de indenização, por danos morais, aos sucessores de um agricultor que foi preso político durante o Regime Militar de 1964. A sentença é do juiz Bruno Polgati Diehl e foi publicada no dia 21/03.

A ré apresentou contestação requerendo o reconhecimento da prescrição e alegando que os autores receberam indenização em processo anterior que tramitou junto à Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça.

O juízo entendeu improcedentes os pedidos da União, sob a justificativa de que as ações de indenização decorrentes de atos de perseguição política são imprescritíveis, conforme entendimento sumulado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) – Súmula 647. Em relação à cumulação da indenização, também foi aplicada a Súmula 624, do STJ, que prescreve a possibilidade de haver indenização por dano moral juntamente com a reparação econômica prevista na Lei da Anistia Política.

Os fatos alegados pelos autores foram comprovados em processo que tramitou na Comissão Especial de Anistia do Rio Grande do Sul. Em sede de recurso, foi concedida uma indenização no valor de R$5 mil reais ao agricultor, em 1999. Ele faleceu em 2002. Posteriormente, foi requerida a anistia perante a Comissão Especial de Anistia do Ministério da Justiça, que foi concedida, juntamente com uma indenização de 30 salários mínimos, em 2006.

O agricultor, morador do município de Rio dos Índios (RS), foi preso arbitrariamente, enquanto trabalhava na lavoura, sob acusações de ser comunista e de integrar o “Grupo dos Onze” (organizações de contestação à ditadura, cujo objetivo era treinar os integrantes para o caso de ocorrência de luta armada). A vítima alegou, no processo para reconhecimento da condição de anistiado, ter sofrido agressões físicas, que culminaram com uma internação hospitalar, além de humilhações e ameaças. Informou, ainda, que ficou preso por uma semana em delegacia e, posteriormente, em prisão domiciliar, sendo obrigado a comparecer perante a Brigada Militar para assinar uma folha de ponto por cerca de dois meses. 

“Dessa forma, as provas trazidas aos autos comprovam de maneira incontestável que o demandante foi vítima de perseguições de cunho exclusivamente político, o que resultou em danos morais in re ipsa. Além disso, foi submetido a agressões físicas que acarretaram graves ferimentos tratados, inclusive com internação hospitalar, situações reconhecidas por duas Comissões de Anistia. Esses episódios de prisão arbitrária, agressões físicas e verbais geraram seguramente significativos danos psíquicos a M., abalando sua honra e dignidade”, entendeu o magistrado.

O juiz também destacou que o reconhecimento das violações a direitos humanos sofridos por um anistiado político ultrapassa o nível individual. “Não se trata apenas de responsabilizar o Estado civilmente para que ele pague uma quantia devida a um cidadão específico. Cuida-se também de oportunidade para a reafirmação do compromisso ético com os princípios democráticos, de modo a que práticas como as verificadas durante a ditadura militar nunca mais se repitam”.

A ação foi julgada procedente, com a condenação da União ao pagamento de R$100 mil aos sucessores, a título de indenização por danos morais. Cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

 

Nucom/JFRS (secos@jfrs.jus.br)

Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa (fotos: freepik)

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) informa que o pagamento das Requisições de Pequeno Valor (RPVs) recebidas no tribunal no mês de fevereiro de 2025 e devidas pela União Federal, suas autarquias e fundações estará disponível para saque pelos beneficiários a partir do dia 1º de abril de 2025.

Pagamento presencial das RPVs na Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil

Em todas as agências em que a Caixa e o Banco do Brasil estão atendendo presencialmente, será realizado o pagamento de RPVs tanto das varas federais quanto das varas estaduais no âmbito da competência delegada, estes mediante apresentação do alvará de levantamento que deverá ser expedido pelo juízo da execução.

Pagamento por transferência bancária

É possível realizar o saque dos valores por meio de transferência bancária. A transferência pode ser feita com acesso a uma nova ação no processo originário chamada “Pedido de TED” (exclusivamente para processos que tramitam em varas federais) para a informação dos dados bancários necessários à emissão da TED pelos bancos. Para ler o tutorial de utilização da ferramenta que agiliza os pagamentos acesse este link: https://bit.ly/39Mn5Eh.

Para as RPVs cujo processo originário é de comarca estadual no âmbito da competência delegada, o alvará de levantamento deverá ser assinado digitalmente e conter os dados abaixo citados, para permitir ao banco a transferência dos valores à conta indicada no alvará. Os alvarás deverão ser remetidos pelos juízos aos bancos pelo SISCOM e deverão ser endereçados à agência 0652 quando se tratar de depósito na Caixa Econômica Federal ou à agência 3798, quando o valor tiver depositado no Banco do Brasil.

Na petição ao juízo estadual, deverão ser informados os seguintes dados:

– banco;
– agência;
– número da conta com dígito verificador;
– tipo de conta;
– CPF/CNPJ do titular da conta;
– declaração de que é isento de imposto de renda, se for o caso, ou optante pelo SIMPLES.

Resgate de RPVs do Banco do Brasil de até R$ 1.000,00

Para quem não tem conta no Banco do Brasil e possui RPV sem alvará em seu nome no valor de até R$ 1 mil, a novidade é o lançamento do Resgate Simples de Requisições de Pequeno Valor – RPVs. Por meio da solução, o beneficiário pessoa física poderá direcionar o crédito para outra instituição financeira diretamente no endereço abaixo, clicando no banner “Resgate RPV até R$ 1.000,00”:

https://www.bb.com.br/pbb/pagina-inicial/setor-publico/judiciario/depositos-judiciais#/

https://www.trf4.jus.br/trf4/upload/editor/2024/ppi71_bb-passoapasso.pdf

Informar o número da RPV, que pode ser obtido no Demonstrativo de Pagamento do TRF4, no início do documento onde diz “Processo”. Nas próximas telas serão solicitados dados pessoais e bancários, além da possibilidade de assinar digitalmente a Declaração de Isenção do Imposto de Renda. Os beneficiários poderão direcionar o resgate para qualquer outro banco, desde que a conta corrente seja de mesma titularidade do RPV. Ou seja, a conta de destino deverá ter o mesmo CPF cadastrado no RPV. Haverá cobrança de tarifa pelo serviço de TED, conforme Tabela de Tarifas.

Valores

O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou ao TRF4 os limites financeiros no valor de R$ 533.104.885,13. Deste montante, R$ 418.690.809,18 correspondem a matérias previdenciárias e assistenciais, como revisões de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios, que somam 20.633 processos, com 27.181 beneficiárias(os).

Do valor total liberado, no Rio Grande do Sul, estão sendo disponibilizados R$ 216.981.707,80, para 23.574 beneficiários. Já em Santa Catarina, 10.631 beneficiários vão receber R$ 115.173.311,81. Para o Estado do Paraná, será pago o montante de R$ 200.949.865,52, para 16.242 beneficiários.

Em caso de dúvidas, a Secretaria de Precatórios do TRF4 disponibiliza dois números para esclarecimentos: (51) 3213-3470 e (51) 3213-3473.

ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)


(Foto: Freepik)

O Comitê para Tratamento Adequado de Conflitos Fundiários do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) teve papel fundamental na consolidação do acordo que assegura a efetivação de direitos das Comunidades Avá-Guarani no Oeste do Paraná.

As comunidades indígenas Tekoha Guasu Guavirá e Tekoha Guasu Okoy Jakutinga reivindicam reparação por violações de direitos humanos e fundamentais ocorridas na região em razão de ações e omissões da União, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e da Itaipu durante a construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu.

Após visitas técnicas e sessões de mediação iniciadas em 2024, foi firmado um acordo parcial que reconhece injustiças históricas. A assinatura ocorreu na segunda-feira (24/3), em Itaipulândia (PR). O Termo de Conciliação foi construído no âmbito da Câmara de Mediação e Conciliação da Administração Pública Federal, sob a coordenação da Advocacia-Geral da União, com participação das Comissões de Soluções Fundiárias do TRF4 e do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), além de representantes do MPF, Incra, Funai, Comissão Guarani Yvyrupa (CGY), União e Itaipu.

O TRF4 esteve representado pelo desembargador federal Hermes Siedler da Conceição Júnior, coordenador do Sistema de Conciliação da corte (Sistcon) e presidente do Comitê para Tratamento Adequado de Conflitos Fundiários, e pela juíza federal substituta Catarina Volkart Pinto, coordenadora do Comitê.

O acordo faz parte da resolução parcial da Ação Cível Originária (ACO) 3.555/DF, em curso no Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, a sua execução, especialmente no que se refere à aquisição de terras, ocorrerá no âmbito de ações possessórias e procedimentos pré-processuais sob responsabilidade das Comissões de Soluções Fundiárias do TRF4 e do TJPR, que já atuam em cooperação técnica. A medida beneficiará 31 comunidades, abrangendo aproximadamente 6.000 pessoas, e contará com o aporte inicial de R$ 240 milhões da Itaipu para garantir a territorialização indígena com a aquisição de 3000 hectares de terras. 

Por fim, a União, Funai, Incra e Itaipu terão 15 dias para publicar um pedido de desculpas ao povo Avá-Guarani, detalhando os fatos históricos que resultaram na violação de seus direitos com a construção da usina.

O acordo de conciliação pode ser consultado na íntegra no seguinte link: https://www.trf4.jus.br/mLeVG.

A decisão judicial homologando o acordo pode ser consultada na íntegra no seguinte link: https://www.trf4.jus.br/2Mye8.

Fonte: Sistcon/TRF4

Comunidade comemora acordo
Comunidade comemora acordo (Foto: Sistcon/TRF4)

Assinatura do acordo pelas partes
Assinatura do acordo pelas partes (Foto: Sistcon/TRF4)

Desembargador Hermes Siedler da Conceição Júnior assina acordo
Desembargador Hermes Siedler da Conceição Júnior assina acordo (Foto: Sistcon/TRF4)

Nesta semana, nos dias 18 e 19 de março, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) reuniu coordenadores(as) estaduais e diretores(as) dos Centros Judiciário de Conciliação (Cejuscons) para debater necessidades e perspectivas organizacionais no contexto pós Resolução Conjunta nº 29/2023, que define diretrizes e competências para o fortalecimento da política de conciliação em todo o território nacional. O encontro ocorreu na sede do Sistema de Conciliação da Justiça Federal da 4ª Região (Sistcon), em Porto Alegre.

No primeiro dia de reunião, os representantes dos Cejuscons estaduais compartilharam as principais atividades desenvolvidas, dificuldades enfrentadas e realizações no último período. Analisou-se o desempenho da conciliação, tanto nas Varas quanto nos Cejuscons no contexto do trabalho em rede, tendo sido aferido o crescimento da solução de conflitos por acordos em diversas matérias, com destaque para matérias previdenciárias e conflitos fundiários coletivos.

O coordenador do Sistcon, desembargador federal Hermes Siedler da Conceição Júnior, elogiou o trabalho de todos envolvidos com a conciliação e mediação na 4ª Região, especialmente dos servidores. “Nós, juízes, fizemos um trabalho que tem visibilidade e constrói soluções com os jurisdicionados, mas este trabalho só é possível graças à dedicação de servidores e servidoras. É necessário, especialmente, valorizar o trabalho das servidoras que tem coordenado os Cejuscons pela sua dedicação à conciliação e o enfrentamento do grande volume de trabalho, assim como dos juízes que coordenam as sedes avançadas e de todos aqueles que participam dos diversos projetos de conciliação e da mediação na 4ª Região, o que tem permitido aprofundar e consolidar essa forma de solução de conflitos”, destacou o desembargador.

O segundo dia de debates apontou perspectivas de ampliação de temas a serem submetidos à conciliação, o que será o foco das ações do Sistcon. Além disso, definiu-se, também, a necessidade de fortalecer os Cejuscons e o trabalho em rede como uma forma de trabalho colaborativo que proporciona uma maior efetividade à solução da diversidade e volume de conflitos existentes em toda a 4ª Região.

Ainda, durante a reunião, os participantes sugeriram temas prioritários para o Encontro Regional da Conciliação e Justiça Restaurativa, programado para acontecer nos dias 7 e 8 de maio em Curitiba.

O encontro foi encerrado com a reafirmação do compromisso conjunto de promover a melhoria contínua da política de conciliação na 4ª Região. “A reunião foi extremamente produtiva. A participação de todos foi muito produtiva. Vocês é que fazem da conciliação um case de sucesso, sim. A conciliação na 4ª Região está muito avançada”, avaliou o desembargador Hermes.

Participaram das reuniões, além do coordenador do Sistcon, desembargador federal Hermes Siedler da Conceição Júnior, os coordenadores(as) estaduais e diretores(as) dos Cejuscons, juíza federal Anne Karina Stipp Amador Costa, juiz federal Leonardo Trainini, juíza federal Ingrid Schroder Sliwka, Gisele Lopes, Simone de Medeiros Dela Vedova e Simone Pedroso Ribeiro. Pela Secretaria do Sistcon estavam presentes o diretor da Secretaria, Adelar Gallina, e os servidores Fernanda Machado Silva, Nilda Nunes da Silva e Patrick Costa Meneghetti.

Fonte: Sistcon/TRF4

Encontro reuniu coordenadores(as) estaduais e diretores(as) dos Centros Judiciário de Conciliação; na ocasião, foram definidos encaminhamentos para aprimoramento das práticas de conciliação e fortalecimento da atuação dos Cejuscons
Encontro reuniu coordenadores(as) estaduais e diretores(as) dos Centros Judiciário de Conciliação; na ocasião, foram definidos encaminhamentos para aprimoramento das práticas de conciliação e fortalecimento da atuação dos Cejuscons (Foto: Sistcon/TRF4)

O Sistema de Conciliação do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (Sistcon/TRF4) realizou, na manhã da última sexta-feira (21/3), a 11ª edição do Fórum Regional Interinstitucional Ambiental. A reunião virtual teve como tema principal o debate sobre “Comunidades Indígenas e o saneamento básico”. O encontro proporcionou a discussão dos principais desafios para a prestação desse serviço essencial em Terras e territórios indígenas, abordando as responsabilidades de cada esfera do governo e analisando possíveis encaminhamentos que contribuam para o aprimoramento da política pública em questão.

A reunião foi presidida pelo desembargador federal Hermes Siedler da Conceição Júnior, coordenador do Sistcon, e o debate foi conduzido pela juíza federal Clarides Rahmeier, coordenadora do Fórum.

Em sua fala de abertura, o desembargador Hermes detalhou a importância do saneamento básico para a dignidade e qualidade de vida de todas as pessoas, estando diretamente ligado à saúde, moradia e também ao meio ambiente. “No entanto, a grande maioria das comunidades indígenas ainda enfrenta grandes dificuldades no acesso a esses serviços, o que compromete não apenas a saúde, mas também a preservação dos recursos naturais, a cultura e o modo de vida dessas comunidades”, ele explicitou.

Na sequência, a juíza Clarides saudou os painelistas e iniciou o debate. O procurador da República, Ricardo Gralha Massia, titular do 14º ofício da Procuradoria da República no RS, que atua com a promoção dos direitos das comunidades indígenas Guaranis, quilombolas e demais comunidades tradicionais, apresentou o tema “Saneamento básico em Terras Indígenas – desafios e perspectivas”. Através da exposição de dados e relatos, o painelista evidenciou a urgência da garantia do saneamento básico às comunidades indígenas da Região Sul, além dos benefícios de bem-estar proporcionados pelo investimento em políticas públicas que viabilizem esse tipo de serviço e infraestrutura.

Com o título “Povos indígenas e a política indigenista de saúde: uma abordagem a partir do saneamento básico”, o segundo painel foi conduzido por Douglas Kaingang, que atua nos como consultor na área dos direitos territoriais dos povos indígenas, gestão territorial e ambiental, antropologia, etnologia, políticas socioambientais e política indigenista no Ministério dos Povos Indígenas. Em sua apresentação, ele expôs o histórico de mobilização dos povos indígenas na construção da política indigenista e de como restrições históricas de políticas públicas culminaram no presente quadro das comunidades tradicionais.

O terceiro e último debatedor, o biólogo e educador em saúde Leonardo Brilhante Medeiros, que trabalha como apoiador técnico em Saneamento junto à SESAI/Ministério da Saúde, no Departamento de Projetos e Determinantes Ambientais da Saúde Indígena (Deamb), exibiu o painel com o tema “Gerenciamento de resíduos sólidos sob a perspectiva do saneamento ambiental e a responsabilidade compartilhada em Terras e territórios Indígenas”. O painel do educador teve como enfoque notabilizar a organização de resíduos sólidos em comunidades tradicionais, assim como exemplos de políticas e programas de saneamento que podem ser adaptados a essas realidades.

Após os debates, a juíza Clarides encaminhou a reunião que culminou em 4 recomendações, sendo que:

O Fórum reconheceu a insuficiência de serviços de saneamento básico em aldeias indígenas na região e deliberou por oficiar aos municípios das regiões envolvidas com o tema, a fim de garantirem o abastecimento de água e esgoto aos indígenas, independentemente de regularização fundiária. Foi enfatizado que a discriminação por raça ou etnia constitui crime conforme a Lei nº 7716/89.

A segunda recomendação deliberou um encaminhamento de solicitação ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região para que seja apresentado o tema do saneamento em comunidades indígenas ao Conselho Nacional de Justiça, visando promover debates nacionais sobre a questão a fim de estabelecer-se prioridade na tramitação e julgamento de processos relacionados ao saneamento básico nessas aldeias.

A terceira recomendou à Secretaria de Saúde Indígena do Ministério para que destine agentes sanitários a todas as comunidades indígenas, não apenas as que possuem o sistema de fornecimento convencional de água potável.

Já, na quarta e última recomendação, o Fórum solicitou às instituições executivas que os processos de implantação dos recursos de saneamento junto às comunidades indígenas considerem suas particularidades e assegurem a escuta atenta de seus integrantes.

Por fim, o desembargador Hermes salientou a importância do tema debatido. “Um assunto como esse é de absoluta relevância e tem importância para todas as instituições e, fundamentalmente, para aqueles que precisam que nós consigamos resolver os seus problemas, as comunidades indígenas”, ele expressou.

Participaram do encontro representantes da Justiça Federal da 4ª Região, de lideranças indígenas, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), de Secretarias Estaduais, do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), da Procuradoria Regional da União na 4ª Região (PRU4), da Procuradoria Regional da República da 4ª Região do Ministério Público Federal (MPF/PRR4), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Defensoria Pública da União (DPU).

O próximo Fórum Ambiental do TRF4 será realizado no dia 20 de junho.

Fonte: Sistcon/TRF4

A juíza federal Clarides Rahmeier e o desembargador federal Hermes Siedler da Conceição Júnior conduziram a reunião do Fórum
A juíza federal Clarides Rahmeier e o desembargador federal Hermes Siedler da Conceição Júnior conduziram a reunião do Fórum (Foto: Sistcon/TRF4)

A 11ª Edição do Fórum Ambiental teve como objetivo discutir os principais desafios para a prestação do serviço de saneamento básico em Terras e territórios indígenas
A 11ª Edição do Fórum Ambiental teve como objetivo discutir os principais desafios para a prestação do serviço de saneamento básico em Terras e territórios indígenas (Imagem: Sistcon/TRF4)

O procurador da República, Ricardo Gralha Massia, apresentou o tema “Saneamento básico em Terras Indígenas - desafios e perspectivas”
O procurador da República, Ricardo Gralha Massia, apresentou o tema “Saneamento básico em Terras Indígenas – desafios e perspectivas” (Imagem: Sistcon/TRF4)

O segundo painel foi conduzido por Douglas Kaingang que atua nos como consultor no Ministério dos Povos Indígenas
O segundo painel foi conduzido por Douglas Kaingang que atua nos como consultor no Ministério dos Povos Indígenas (Imagem: Sistcon/TRF4)

O biólogo e educador em saúde Leonardo Brilhante Medeiros exibiu o painel “Gerenciamento de resíduos sólidos sob a perspectiva do saneamento ambiental e a responsabilidade compartilhada em Terras e territórios Indígenas”
O biólogo e educador em saúde Leonardo Brilhante Medeiros exibiu o painel “Gerenciamento de resíduos sólidos sob a perspectiva do saneamento ambiental e a responsabilidade compartilhada em Terras e territórios Indígenas” (Imagem: Sistcon/TRF4)

 

Cinco pessoas foram condenadas por lavagem de dinheiro pela 7ª Vara Federal de Porto Alegre. A sentença foi publicada no dia 21/03.

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou seis pessoas narrando que, no âmbito da Operação Cacaréu, realizada pela Polícia Federal entre 2013 e 2014, foram investigados crimes de tráfico de drogas que resultaram na condenação de cinco dos acusados. Como desdobramento dessa operação, foi instaurado inquérito para investigação de lavagem de capitais, que culminou na atual ação penal.

Segundo o autor, as duas mulheres e os quatro homens atuaram na ocultação da propriedade de nove veículos, sendo dois caminhões e sete carros de passeio, que teriam sido adquiridos por recursos advindos das atividades de tráfico de entorpecentes anteriormente apuradas. 

Durante as investigações, foram colhidas provas por meio da quebra de sigilo de dados, bem como apreensões de documentos e de veículos. Restaram comprovadas, no entendimento do juízo, operações de compra dos veículos, sem a devida comprovação da origem dos valores e com o registro dos bens em nome de terceiros, sendo que alguns estavam, também, envolvidos nas atividades ilícitas de tráfico de drogas.

No entendimento da 7ª Vara Federal de Porto Alegre, a defesa não comprovou a origem lícita dos veículos, nem a veracidade dos registros de propriedade dos bens, sendo configurada a procedência da utilização dos nomes de terceiros como proprietários na tentativa de ocultar a origem do dinheiro da compra dos bens.

O juízo formou seu entendimento, também, por meio de provas obtidas no monitoramento de comunicações telefônicas, autorizado judicialmente, bem como mediante depoimentos das testemunhas, inclusive quanto ao conhecimento dos acusados em relação à origem ilícita dos veículos, configurando o dolo.

A ação foi julgada parcialmente procedente, sendo apenas um dos réus absolvidos. Duas pessoas foram condenadas a seis anos de reclusão em regime fechado; outras duas, a quatro anos de reclusão, tendo as penas substituídas por prestação de serviços à comunidade e prestação pecuniária; e a última, a quatro anos e seis meses de reclusão em regime semiaberto. 

Os cinco réus também receberam pena de multa e deverão arcar com as custas judiciais. Foi decretado ainda o perdimento de todos os veículos em favor da União. Cabe recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

 

Nucom/JFRS (secos@jfrs.jus.br)


(fotos: freepik)

A juíza federal Marciane Bonzanini, ouvidora da Mulher da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul (SJRS), participou, na manhã de hoje (24/3), da solenidade de comemoração de um ano de existência da Rede de Assistência Humanizada às Mulheres em Situação de Violência do Grupo Hospitalar Conceição (Re-Humam/GHC). A juíza esteve presente no evento representando a Ouvidoria da Mulher do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). A cerimônia aconteceu no auditório da sede do Centro Administrativo do GHC, em Porto Alegre.

Inaugurada em março de 2024, a Re-Humam é um serviço do GHC, articulado pela rede interna da instituição, que atua no enfrentamento à violência contra as mulheres. Sua sede é na sala Elza Soares, localizada no Hospital Cristo Redentor, especializado em trauma e, por esta razão, é a principal porta de entrada de mulheres vítimas de violência atendidas no GHC.

O serviço Re-Humam tem como objetivo promover a proteção e a autonomia das mulheres, construindo com elas alternativas para encerramento do círculo de violência, desenvolvendo estratégias para enfrentar os desafios que surgem após a experiência, por meio de espaço seguro, escuta qualificada, atendimento humanizado, orientações e encaminhamentos aos recursos disponíveis.

O projeto também busca fortalecer práticas humanizadas nos diversos espaços do GHC onde as mulheres são atendidas, articulando as diversas equipes internas de cuidado e atendimento às mulheres, além de promover e atuar nas ações educativas e continuadas aos funcionários e terceirizados do GHC. É ponto focal para políticas mais amplas de apoio e enfrentamento à violência contra as mulheres.

O evento foi conduzido pelo diretor-presidente do GHC, Gilberto Barrichello, e teve como objetivo destacar as ações realizadas ao longo deste primeiro ano de atuação da Rede, reforçando a importância da assistência humanizada, da integração entre os diversos serviços: saúde, assistência social, segurança, orientações jurídicas, desenvolvido pelas esferas do executivo, legislativo e judiciário em âmbito municipal, estadual e federal no enfrentamento à violência contra as mulheres.

Em um período de 12 meses (março/2024 até fevereiro/2025), a Re-Humam atendeu um total de 884 usuárias, sendo 586 no Hospital Cristo Redentor (66%), seguido do Hospital Conceição com 129 casos (15%), Hospital Fêmina com 105 casos (12%), UPA Moacyr Scliar/Unidades básicas de Saúde/Hospital Criança 57 casos (6%), além de 7 funcionárias (1%). O maior índice são as violências físicas, com 654 casos (74%), seguido da violência sexual, com 174 casos (20%), além de outros tipos de violência (psicológica, patrimonial) com 56 casos (6%).

Além da juíza federal Marciane Bonzanini, estiveram presentes na cerimônia autoridades do município, estado e judiciário, assim como parlamentares, profissionais da saúde e representantes de instituições que colaboram diretamente com o enfrentamento à violência contra as mulheres em Porto Alegre, entre elas: a coordenadora do Núcleo Especial de Defesa dos Direitos das Mulher, defensora pública Paula Granetto; a deputada estadual Sofia Cavedon, promotora adjunta da Procuradoria Especial da Mulher da AL/RS; o deputado estadual Adão Pretto Filho, da Frente Parlamentar dos homens pelo Fim da violência contra a mulher; representantes da Patrulha Maria da Penha da Brigada Militar; Fernada Mendes Ribeiro, coordenadora dos Diretos da Mulher da Prefeitura de Porto Alegre; Carine Bernardi, diretora de política das mulheres da SJCDH do governo do Estado; e Renata Gabert de Souza, presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres.

Com informações da Assessoria de Comunicação Social/GHC

A solenidade aconteceu na manhã desta segunda-feira (24/3)
A solenidade aconteceu na manhã desta segunda-feira (24/3) ()

O diretor-presidente do GHC, Gilberto Barrichello (em pé), conduziu a cerimônia
O diretor-presidente do GHC, Gilberto Barrichello (em pé), conduziu a cerimônia ()

A juíza federal Marciane Bonzanini participou do evento representando a Ouvidoria da Mulher do TRF4
A juíza federal Marciane Bonzanini participou do evento representando a Ouvidoria da Mulher do TRF4 ()

Diversas representantes de instituições que colaboram diretamente com o enfrentamento à violência contra as mulheres em Porto Alegre participaram da solenidade
Diversas representantes de instituições que colaboram diretamente com o enfrentamento à violência contra as mulheres em Porto Alegre participaram da solenidade ()

Na tarde de hoje (24/3), o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) firmou um acordo de cooperação técnica de cessão do direito de uso do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) com o Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA). Dessa forma, o TJPA passa a ser a mais recente instituição da Administração Pública brasileira a adotar a plataforma de gestão eletrônica de processos administrativos que foi criada e desenvolvida por magistrados e servidores da Justiça Federal da 4ª Região. A solenidade que formalizou o acordo contou com a participação dos presidentes do TRF4, desembargador Fernando Quadros da Silva, e do TJPA, desembargador Roberto Gonçalves Moura. O evento aconteceu na Sala de Reuniões da Presidência do TRF4, na sede da corte, em Porto Alegre.

A cerimônia foi conduzida pelo desembargador Quadros da Silva. Em sua fala, ele relembrou que o SEI já possui 15 anos de existência, tendo sido criado em 2009 para integrar eletronicamente a atividade administrativa da Justiça Federal da 4ª Região, formada pelo TRF4 e pelas Seções Judiciárias do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná (SJRS, SJSC e SJPR).

O magistrado ainda ressaltou que, desde 2010, a cessão de uso do SEI vem sendo feita para outros órgãos públicos de forma totalmente gratuita, o que gera uma relevante economia de recursos públicos para os cessionários.

“Atualmente, pouco mais de 15 anos após a sua criação, o SEI é utilizado por 60% dos tribunais brasileiros, além de diversos órgãos por todo o país como ministérios públicos, conselhos superiores, governos estaduais, prefeituras, assembleias legislativas, câmaras municipais, entre muitos outros”, apontou o presidente do TRF4.

O desembargador Quadros da Silva destacou que o “TRF4 sente-se muito honrado com a chegada do TJPA na ‘Família SEI’, pois o tribunal paraense é uma instituição antiga, tradicional e relevante na federação; agora teremos mais um grande aliado que vem para somar na nossa caminhada pelo desenvolvimento do SEI e da gestão pública moderna”.

Após os presidentes do TRF4 e do TJPA realizarem a assinatura eletrônica que formalizou a acordo de cooperação, o desembargador Roberto Moura também se manifestou. “Agradecemos ao presidente e toda a equipe do SEI e do TRF4 pela atitude de compartilhar com o Judiciário paraense essa ferramenta tão importante para a modernização da nossa gestão”, ele pontuou.

“Não tenho dúvida nenhuma que o SEI vai contribuir para que nós consigamos atingir os nossos objetivos na administração da Justiça do Estado do Pará”, concluiu o desembargador Roberto Moura.

Além do desembargador Quadros da Silva, a solenidade ainda contou com a presença, por parte do TRF4, do juiz José Antonio Savaris, magistrado auxiliar da Presidência; do servidor Arnaldo Fernando Girotto, diretor-geral; e da servidora Patrícia Valentina Santanna Garcia, diretora de Gestão de Informação Institucional e gestora do SEI.

Já por parte do TJPA, além do desembargador Roberto Moura, também estavam presentes no evento, a juíza auxiliar da Presidência Antonieta Maria Ferrari Mileo; a juíza auxiliar da Presidência Patrícia de Oliveira Sá Moreira; a chefe de gabinete da Presidência Bruna Caroline Gonçalves Chaves; o secretário de Planejamento, Coordenação e Finanças Miguel Lucivaldo Alves Santos; o secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação Diego Baptista Leitão; e o diretor de Comunicação Will Montenegro Teixeira.

ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)

A reunião entre os integrantes do TRF4 e do TJPA aconteceu na tarde desta segunda-feira (24/3)
A reunião entre os integrantes do TRF4 e do TJPA aconteceu na tarde desta segunda-feira (24/3) (Foto: Karen Fredrich/TRF4)

O presidente do TRF4, desembargador Fernando Quadros da Silva (esq.), junto com o presidente do TJPA, desembargador Roberto Gonçalves de Moura, após a assinatura do acordo
O presidente do TRF4, desembargador Fernando Quadros da Silva (esq.), junto com o presidente do TJPA, desembargador Roberto Gonçalves de Moura, após a assinatura do acordo (Foto: Karen Fredrich/TRF4)

Magistrados e servidores do TRF4 e do TJPA participaram da assinatura do acordo que cede o uso do SEI para o tribunal paraense
Magistrados e servidores do TRF4 e do TJPA participaram da assinatura do acordo que cede o uso do SEI para o tribunal paraense (Foto: Karen Fredrich/TRF4)

 

A Subseção Judiciária de Campo Mourão está com inscrições abertas para seleção de estudantes de Direito. Os interessados podem se candidatar até o dia 30 de março de 2025. As normas da seleção estão disponibilizadas no EDITAL

Para participar do processo, o(a) candidato(a) deve estar regularmente matriculado no curso de Direito, frequentando do 2º ao 4º ano do curso na data de início do estágio. O estudante devem enviar os documentos solicitados pelo endereço de e-mail da Seaja (Seção de Apoio Judiciário e Administrativo) da Subseção Judiciária de Campo Mourão: cmoseaja@jfpr.jus.br

A seleção será constituída por prova dissertativa com consulta a Vade Mecum, em meio físico, que será realizada na sede da Justiça Federal da cidade (a Av. Irmãos Pereira, nº 1.390, Centro, Campo Mourão-PR), no dia 08 de abril de 2025, às 9h. O resultado final será divulgado até o dia 30 de abril de 2025.

A remuneração é de R$ 1.453,11 (um mil quatrocentos e cinquenta e três reais e onze centavos) mensais, a título de auxílio financeiro, e R$ 12,00 (doze reais) por dia efetivamente estagiado, a título de auxílio transporte. A carga horária é de 20 horas semanais, no turno da tarde.

Imagem meramente ilustrativa.
Imagem meramente ilustrativa. ()

O ouvidor do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador Luiz Antônio Bonat, está participando do XII Encontro do Colégio Nacional de Ouvidores Judiciais (Cojud) entre os dias 19, 20 e 21 deste mês de março. O desembargador Rogerio Favreto, diretor da Escola de Magistrados e Servidores do TRF4 (Emagis), também participa do evento na condição de ex-ouvidor da corte (biênio 2013-2015) e um dos fundadores do Cojud. O encontro acontece em Recife, na sede da Escola Judicial do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco (Esmape/TJPE), e marca as comemorações dos 10 anos de criação do Cojud, fundado em 2015.

O Colégio Nacional de Ouvidores Judiciais é uma organização que agrega magistrados dos Tribunais de Justiça estaduais, dos Tribunais Regionais Federais e dos Tribunais Militares, que estejam no cargo de ouvidor, com intuito de incentivar a integração das Ouvidorias Judiciais de todo o país, fomentando a uniformidade de procedimentos e entendimentos para uma gestão mais eficiente, colaborativa, transparente, ética e responsável.

“A importância do Cojud é evidenciada pela data que marca os dez anos de sua instalação. Nesse longo período as reuniões periódicas, além de promover comunicação entre os participantes, vieram trazer o constante aperfeiçoamento das Ouvidorias junto ao Poder Judiciário”, avalia o desembargador Bonat.

O ouvidor do TRF4 destaca que o evento proporciona uma troca de informações com ênfase nas boas práticas e no relacionamento entre o Poder Judiciário e os cidadãos. “Contribuindo para o aprimoramento dessa importante instituição que é a Ouvidoria, o Cojud apresenta nesse encontro relevante troca de experiências pelos participantes, com a abordagem de gestão estratégica, da inteligência artificial a serviço do humano, das parcerias institucionais, do ato de começar a se renovar diante de novos tempos, mas sempre com transparência, acessibilidade e eficiência, assim contribuindo para a excelência na atuação da administração e prestação jurisdicional”, ele ressalta.

Bonat ainda pontua a importância do trabalho do Cojud que, ao aprimorar as práticas das Ouvidorias, auxilia a promover o exercício da cidadania. “A Ouvidoria constitui uma forma de concretização da democracia com o oferecimento, à sociedade, de canal de participação ativa, ouvindo a voz do cidadão com respeito aos direitos da cidadania, com eficiência, transparência e isenção. O Cojud veio consolidar esse importante canal de exercício da cidadania garantido constitucionalmente”, ele conclui.

ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br)

Os desembargadores Rogerio Favreto (esq.) e Luiz Antônio Bonat representaram o TRF4 no evento
Os desembargadores Rogerio Favreto (esq.) e Luiz Antônio Bonat representaram o TRF4 no evento ()

O ouvidor do TRF4, desembargador Luiz Antônio Bonat (esq.), junto com o presidente do Cojud e ouvidor do TJRS, desembargador Altair de Lemos
O ouvidor do TRF4, desembargador Luiz Antônio Bonat (esq.), junto com o presidente do Cojud e ouvidor do TJRS, desembargador Altair de Lemos ()

O desembargador Luiz Antônio Bonat destacou que o encontro promove a troca de experiências e informações entre os ouvidores do Judiciário brasileiro
O desembargador Luiz Antônio Bonat destacou que o encontro promove a troca de experiências e informações entre os ouvidores do Judiciário brasileiro ()